Olá!
Após muito tempo sem conseguirmos sair, por motivos burocráticos, unimos trabalho com lazer e, fomos para a estrada...
Nossa primeira meta foi Curitiba, seguimos pela BR 277 (apesar do alto valor do pedágio); mas como tínhamos alguns dias para chegar, fizemos algumas agradáveis paradas.
A primeira foi perto de Irati, na Benedita, um restaurante e posto de combustiveis. Comida boa e muitas opções (lanches, sopas, quitutes, comidas quentes). Saboreamos um delicioso "x polenta" e conseguimos ali um local tranquilo para passar a noite.
Pela manhã, uma neblina nos fez esperar um pouco para seguir viagem. Nova parada em Palmeira, que teve sua origem nos idos 1819. Possui uma rica história, belas edificações. No centro, em frente à praça, a igreja está sendo restaurada, suas pinturas originais estão em recuperação. Desejamos voltar em alguns meses para ver como ficou este ambicioso projeto.
Do outro lado da rua, o edifício da primeira escola da cidade ainda encanta com seus detalhes; atualmente é sede do pólo universitário (segundo informações, está em vias de fechar, uma lástima...).
Igreja e praça central - San&Dan |
Interior da igreja sendo restaurado - San&Dan |
Primeira escola da cidade - San&Dan |
Belas construções - San&Dan |
Apesar de todo potencial turístico e cultural, Palmeira não dispõe de atendimento ao turismo; na prefeitura a má vontade é irritante, pois remetem-nos a vários funcionários, incluindo repetidos(!). Conseguimos informações importantes e históricas com o Sr. Toniel e a Sra. Rose, que são funcionários do pólo universitário e com a Sra. Vera Mayer (coordenadora de turismo, atuando no museu).
Novamente confirmamos que, no Brasil, as cidades não estão preparadas para receber o turista ou visitante, não sabem que o mau atendimento denigre a imagem da cidade e retira-a da lista à serem visitadas; mas como já dissemos, algumas pessoas nos atenderam muitíssimo bem; salvaram o dia...
Novamente confirmamos que, no Brasil, as cidades não estão preparadas para receber o turista ou visitante, não sabem que o mau atendimento denigre a imagem da cidade e retira-a da lista à serem visitadas; mas como já dissemos, algumas pessoas nos atenderam muitíssimo bem; salvaram o dia...
Parque do Museu em Palmeira - San&Dan |
Museu de Palmeira - San&Dan |
Recebendo explicações - San&Dan |
Mais algumas peças - San&Dan |
Visitamos os museus novamente: com 01 ingresso visita-se os 03 (Teatro São João, Museu Histórico e Museu de Armas).
Teatro São João - San&Dan |
Interior do Teatro - San&Dan |
Museu de Armas - San&Dan |
Casas encantadoras - San&Dan |
Fomos saborear um lanche na Panificadora Zeni; provamos a famosa Coxinha de Farofa com gostoso cafezinho.
Em seguida, na Casa Vermelha, onde há pequeno museu do tropeiro e venda de artesanato. Lá conhecemos a Sra. Maria, fazendo artesanato com palha de milho... animada, falante e alegre.
Casa dos Cavalinhos - San&Dan |
Quitutes da Panificadora Zeni - San&Dan |
As simpáticas artesãs - San&Dan |
A Casa Vermelha - San&Dan |
Novo dia e seguimos para Curitiba. Na chegada à capital, o trânsito piorou consideravelmente, demoramos uma hora para fazer menos de 20km. Estacionamos na “Só Trailer”, com muito sol e calor. Ficamos alguns dias em Curitiba, passeamos pelo centro; fomos à loja escoteira; caminhamos pelo Largo da Ordem; descobrimos uma loja de lâmpadas com grande e variado estoque (Microsul-Empório das Lâmpadas).
Estávamos procurando por almoço bom e preço condizente, encontramos o Hotel Rochelle, que possui almoço por kg no Restaurante Orange (anexo ao Hotel); aberto ao público (https://www.hotelroochelle.com.br/). Boa comida, atendimento primoroso e ambiente agradável.
Largo da Ordem - San&Dan |
Os dias foram ficando mais quentes... Organizamos mhome, lavamos roupas e, na sexta-feira recebemos vizinhos: Ronaldo e Maria (Rio de Janeiro), que estavam de passagem por Curitiba e vieram ficar conosco uns dias.
No sábado o pequeno camping estava repleto: os “de passagem” (nós) e os “residentes” (mhomes estacionados) fizeram um encontrinho. O agradável bate-papo foi interrompido por uma pancada de chuva...
No domingo, dia de churrasco, fomos à casa do Osmair e Vera saborear uma carne assada. Tudo muito bom, elogios aos anfitriões...
No sábado o pequeno camping estava repleto: os “de passagem” (nós) e os “residentes” (mhomes estacionados) fizeram um encontrinho. O agradável bate-papo foi interrompido por uma pancada de chuva...
No domingo, dia de churrasco, fomos à casa do Osmair e Vera saborear uma carne assada. Tudo muito bom, elogios aos anfitriões...
A semana começou com um mhome suíço chegando (Fredi e Jeannette), expansivos, alegres, foram fazer o passeio de trem Curitiba-Morretes.
Na terça fomos para a estrada; nossa próxima parada era Pomerode. No caminho, paramos novamente em Guaramirim para almoçarmos no Restaurante Califórnia (próximo do trevo principal), comida saborosa e variada, por kg; Sr. Vitor sempre muito gentil...
Mais alguns km, com muito calor, chegamos em Pomerode, estacionamos com os estimados José e Denise, “motorhomistas” e ali residentes.
Agradável bate-papo com a saborosa cerveja Bierbaum (de trigo), caminhadas curtas e, à noite, um delicioso risoto feito pelo José.
Novo dia, bate-papo, almoço na Torten Paradies; fizemos alguns contatos com a Secretaria da Cultura e fomos para a estrada.
Na terça fomos para a estrada; nossa próxima parada era Pomerode. No caminho, paramos novamente em Guaramirim para almoçarmos no Restaurante Califórnia (próximo do trevo principal), comida saborosa e variada, por kg; Sr. Vitor sempre muito gentil...
Mais alguns km, com muito calor, chegamos em Pomerode, estacionamos com os estimados José e Denise, “motorhomistas” e ali residentes.
Agradável bate-papo com a saborosa cerveja Bierbaum (de trigo), caminhadas curtas e, à noite, um delicioso risoto feito pelo José.
Novo dia, bate-papo, almoço na Torten Paradies; fizemos alguns contatos com a Secretaria da Cultura e fomos para a estrada.
A BR 470 (entre Blumenau e a BR 101) estava com fila contínua e, por vezes, a velocidade reduzia a zero. Mesmo quando andávamos a 50-60km, a fila sempre se manteve. Devido a esta demora, a viagem não rendeu em percurso. Fizemos parada próximo a Porto Belo para pernoite.
Pela manhã, fomos para Florianópolis e almoçamos no Angeloni, com os padrinhos Mauro e Silvana. Um rápido bate-papo (iriam para Bom Retiro) e logo seguimos para Garopaba, no aprazível camping Lagoamar; para nossa surpresa, já haviam uns 30 mhomes...
Mas isso fica para a próxima postagem.
Até breve
Pela manhã, fomos para Florianópolis e almoçamos no Angeloni, com os padrinhos Mauro e Silvana. Um rápido bate-papo (iriam para Bom Retiro) e logo seguimos para Garopaba, no aprazível camping Lagoamar; para nossa surpresa, já haviam uns 30 mhomes...
Mas isso fica para a próxima postagem.
Até breve
Nenhum comentário:
Postar um comentário