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segunda-feira, 30 de agosto de 2021

Viagem agosto-2021 (parte 01)

 Obs.: para aumentar as fotos, basta clicar sobre elas.

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Olá!

Iniciamos mais uma viagem pela região Sul do Brasil. Seguimos pelo interior (boa parte pela BR-163), com alguns trechos bons, mas em sua maioria ruins, piorado pelo grande fluxo de caminhões. 

Pernoite em posto de abastecimento - San&Dan
Elogios ao atendimento no Posto do Gringo (Erval do Oeste-SC) - San&Dan
Rodovia até o horinzonte - San&Dan

Pernoitamos em Erval do Oeste-SC, seguindo para Lages-SC e, em seguida, Vacaria-RS, onde fizemos breve parada na Vinícola Campestre.
Como não havia visitação em horário próximo, apenas visitamos o varejo e parte dos parreirais. Em um vídeo institucional, vimos imagens da nevada de julho/2021, com as plantações branquinhas. Também, imagens do lindo verde quando da época de colheita.

Vinícola Campestre, em Vacaria-RS - San&Dan

Parte dos vinhedos da Vinícola Campestre - San&Dan

Vista superior da loja da vinícola - San&Dan

Nevada em julho/2021 - vídeo institucional da Vinícola Campestre

Continuando pela rodovia, bem mais tranquila, chegamos em Bento Gonçalves-RS no final da tarde. Procurando local para estacionamento, encontramos a Vinícola Valduga (no Vale dos Vinhedos). É preciso lembrar que não é um camping, é apenas um ponto de apoio, com permissão para 24 horas, onde não é permitido abrir toldos, colocar cadeiras fora, lavar roupas, fazer churrasco, etc... Trata-se de uma gentileza da empresa visando vender seus conceituados produtos e oferecer um ponto de apoio aos motorhomes.

Estacionamos, tomamos boa ducha e fomos ao Vine Bar, onde degustamos um ótimo vinho da Vinícola Valduga com apetitosa tábua de frios. Ali também há um restaurante com pratos deliciosos, focaccias,...

Estacionamento Vinícola Valduga - San&Dan

A lua trouxe beleza à paisagem - San&Dan

História da Vinícola: o primeiro imigrante Valduga veio de Rovereto (Itália), em 1875. Iniciaram os parreirais onde hoje está o Vale dos Vinhedos. Reconhecida como uma das mais renomadas vinícolas brasileiras. Atualmente, a quarta geração está na administração da Casa Valduga. Ampliaram os negócios além dos vinhos: espumantes, cervejas, geleias, restaurantes, e um dos primeiros a realizar Enoturismo no Brasil. A marca Valduga está presente em 20 países, nos 5 continentes. (www.casavalduga.com.br)
Obs.: estivemos em Rovereto - Italia em abril/2017 : http://felizmotorhome.blogspot.com/2017/04/viagem-europa-parte-5.html

Varejo e loja Casa Valduga - San&Dan

Parreiras centenárias da Casa Valduga - San&Dan

Novo dia, com sol lindo, caminhamos pelos jardins e fotografamos as belezas do local. Para a visitação, é necessário agendamento prévio via internet, sendo que nos finais de semana normalmente é lotado. Visitamos o varejo e adquirimos mais alguns vinhos.

Jardins para descanso e convivência - San&Dan

Belos jardins perfumados - San&Dan

Bom lema da família Valduga - San&Dan
 
Parte dos vinhedos - San&Dan

Administração e parte da industrialização - San&Dan

Por indicação dos funcionários, visitamos também o Jardim Leopoldina, outro empreendimento da família Valduga, voltado para cervejas, distante uns 700m.
É um grande jardim com restaurante: paga-se ingresso que será descontado do consumo realizado. Cervejas especiais, pizzas, sanduíches variados, petiscos e sorvetes, num ambiente de uma construção histórica. Há mesas pelo jardim e até almofadas para quem quer ficar no gramado.

Jardim da Leopoldina - San&Dan

Provando a cerveja Leopoldina - San&Dan

Parte do ambiente interno da casa - San&Dan

Dali, seguimos para Garibaldi - RS, conhecida como a capital do espumante. Fomos à Cooperativa Vinícola Garibaldi, com visitação guiada e degustação de vinho, espumantes e suco.

Chegando em Garibaldi - San&Dan

Pelo Vale dos Vinhedos - San&Dan

Histórico: A cooperativa Garibaldi foi criada em 1931, a partir da união de produtores da região. Atualmente, engloba mais de 400 pequenos produtores em 17 municípios e 1.000 hectares de vinhedos. Tem capacidade para envasar 4 mil garrafas por hora (!). (https://www.vinicolagaribaldi.com.br/inicio)

Antiga foto da inauguração da vinícola - San&Dan
Parte dos antigos equipamentos - San&Dan
As antigas pipas, algumas com mais de 100.000 litros! - San&Dan

Depois fomos na vinícola Peterlongo, fizemos algumas fotos, onde os agendamentos de visita são antecipados e pela internet.

Vinícola Peterlongo - San&Dan

Recepção e varejo Peterlongo - San&Dan

Na prefeitura da cidade, fomos gentilmente recebidos pela Sra. Alexandra, que explanou pela história, aspectos turísticos e econômicos de Garibaldi, fornecendo folders e mapas informativos.

História de Garibaldi: o núcleo da cidade surgiu em maio de 1870, como Colônia Conde D’Eu, e a colonização iniciou em julho de 1870, com imigrantes alemães (prussianos). Nos anos seguintes, chegaram os demais imigrantes (italianos, franceses, suíços...). Em outubro de 1900, passou a ser município e chamar-se Garibaldi. Os imigrantes italianos trouxeram a vitivinicultura para a região, e passaram a produzir espumantes e vinhos. Desde 1913 era produzido o “champanhe” brasileiro pela Peterlongo (imigrantes do Tirol italiano).  (http://www.garibaldi.rs.gov.br/)

Casa Deconto, 1920 - San&Dan

Igreja Matriz, 1924 - San&Dan
Bonito interior da igreja matriz - San&Dan

Fotografamos algumas edificações antigas, muito presentes na cidade. Visitamos o museu, gentilmente atendidos pela Srta. Daniele, demonstrando grande conhecimento da história da cidade. Visitamos a Igreja Matriz São Pedro, construída em 1924, em estilo neo gótico.

Museu municipal de Garibaldi - San&Dan

Fotos, bustos, parte da história da cidade - San&Dan
Documentos, vestimenta e quadros antigos - San&Dan

A cidade ainda tem muitos atrativos (estrada do sabor, diversas cantinas e vinícolas, roteiros ciclísticos,...), mas deixamos para uma próxima visita, graças ao impedimento por contínua chuva.

Casa Ambrosio Toniazzi (início séc.XX) - San&Dan

União de Moços Católicos (1928) - San&Dan

Casa Antonio Koff, (1923) - San&Dan

Seguimos para Teutônia-RS , para visitar um casal de amigos (Lilian e Giseldo), e rever a cidade, que visitamos há mais de uma década.
Aqui novamente fazemos as ressalvas: é preciso lembrar sempre que, estando em pandemia, é necessário manter distanciamento social, usar máscara (cobrindo boca e nariz), utilizar álcool em gel e lavar as mãos com frequência, não compartilhar copos, pratos ou talheres, ficar em ambiente ventilado, etc..

Todos os momentos que estivemos com outras pessoas, cumprimos rigidamente estas regras, pois o vírus é potente e invisível, pode estar em qualquer um de nós.

História de Teutônia: Nos anos de 1865 e 1866 chegaram a Teutônia os primeiros colonos, boa parte vinda da antiga zona colonial de São Leopoldo, alguns de Santa Catarina e outros diretamente da Alemanha (Pomerânia, Saxônia, Boêmia, Silésia) e da frustrada colônia  de São Carlos, na Argentina. A população, naquela época, já era de 2.241 pessoas, constituída por 386 famílias. Desde então, Teutônia passou por notório processo de desenvolvimento econômico e social, tendo sua emancipação em  24 de maio de 1981.  (https://teutonia.rs.gov.br/)

Paço Municipal - foto: Leo Wiebusch

Lagoa da Harmonia - Foto: Apenomundo

Composta por edificações baixas, faz com que a cidade seja bastante extensa; bem dividida em três bairros, cada um cumpre específicas funções. É uma cidade praticamente independente, pois gera sua energia elétrica; tem sua captação e distribuição de água; possui um dos maiores IDH do Brasil.  Conhecida pelo setor agroindustrial, com a Cooperativa Languiru (lácteos, embutidos, carneos) , e empresas lácteas (Lactalis/Batavo/Elegê) . Também atua no setor calçadista (Piccadilly e Beira Rio) .

Não tivemos muita sorte na cidade, pois choveu quase continuamente, os passeios e visitas ficaram para a próxima visita.  Na saída, nossa “vizinha”, Dona Helia, nos presenteou com wafles caseiros e rosquinhas de polvilho, com sabor de “guloseima de vovó alemã”.

Vista parcial da cidade - San&Dan

As montanhas convivendo com nuvens - San&Dan

Com a melhora do tempo, seguimos pela serra, chegando na pequena cidade de Feliz-RS.
Novamente, fomos à prefeitura, questionar informações da cidade e se havia local para pernoitar com o motorhome. A Sra. Raquel nos recebeu e forneceu dados, além de uma boa notícia: está em análise um possível ponto de apoio para motorhomes na cidade.

História: em dezembro de 1888, já havia núcleo na Picada Feliz, na época uma Vila e, em fevereiro de 1959 foi elevada a município. Formada por imigrantes alemães vindos de Hunsrück em 1846. Cidade com alto IDH, maior índice de alfabetização, cuja economia baseia-se em agricultura (morangos, figos, amoras) e prestação de serviços.  (https://www.feliz.rs.gov.br)

Prefeitura de Feliz-RS - San&Dan

Foto aérea de Feliz-RS - San&Dan

Fizemos fotos da prefeitura, da ponte metálica (trazida da Bélgica em 1900, onde era ponte ferroviária), algumas edificações, muitas em enxaimel. Depois, visitamos a IECLB, onde o Pastor Jeferson nos recebeu e mostrou a comunidade. A construção da igreja iniciou em meados de 1850, mas somente após 1890 foi instalada a torre. O teto ainda é original, em madeira pintada com delicadas decorações, e um mezanino abriga o coral e o órgão. 

IECLB Feliz-RS - San&Dan

Interior da igreja - San&Dan

No final da tarde, procuramos local para pernoite, um pouco difícil pois existem algumas leis municipais que impedem o estacionamento em alguns locais. Mas, com a ajuda de amigos, estacionamos seguros para passar a noite.

Praça florida em Feliz-RS - San&Dan

Paróquia Sta. Catarina, Feliz - RS - San&Dan
Ponte metálica (1900, Bélgica) - San&Dan
Vista de frente da ponte metálica - San&Dan

Pela manhã, saímos cedo e seguimos pela serra, chegando em Nova Petrópolis-RS, que fica para a próxima postagem. 

Até Breve! 

Vinícola Valduga - Dan & San


sexta-feira, 11 de junho de 2021

Viagem junho/2021 - parte 01

 Obs.: para aumentar as fotos, basta clicar sobre elas.


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Olá!!

Estamos novamente na estrada, pois nossa alma sente necessidade de viajar, conhecer novas paisagens e culturas, descobrir e experimentar sabores e cores. E desta vez, seguimos em direção nordeste, diferente das habituais... 

Retas intermináveis - San&Dan

Sol aparecendo entre as nuvens - San&Dan

No entanto, é preciso (sempre) lembrar que estamos em pandemia, alguns cuidados continuam sendo necessários (usar máscara que cubra nariz e boca), lavar frequentemente e muito bem as mãos, usar álcool em gel, manter distanciamento mínimo de 1,5m de outras pessoas, não promover aglomerações....

Ainda que difícil, mantemos o protocolo de higienização no motorhome: tudo o que entra nele passa por um "banho" de álcool 70º, ou, no caso de frutas e legumes, individualmente mergulhados em água sanitária diluída (hipoclorito). Jamais vamos a restaurantes ou lanchonetes (eventualmente marmitas que nós mesmos preenchemos e reaquecemos). O bate-papo com amigos sempre mantido a uma distância segura. 

Extensas plantações paranaenses - San&Dan

Atravessando o Rio Piquiri - San&Dan

Saímos de Toledo-PR, passando pelo norte do Estado do Paraná, algumas rodovias boas (pedagiadas) outras que exigem cuidado.  Após 10h de viagem, chegamos no posto Graal de Ourinhos.   Diferente de outras vezes, o atendimento deixou a desejar, o preço do combustível também.  Mas conseguimos um local para pernoitar, junto com outros dois motorhomes (gaúchos).

Pernoite em Ourinhos-SP  - San&Dan

Pela manhã saímos cedo, passando pelo interior paulista, estradas boas (mesmo sem pedágio). Ao entrarmos em Minas Gerais, sente-se a flagrante piora das rodovias.  

Mais um rio largo, interior de SP - San&Dan

Rodovia duplicada, até o horizonte - San&Dan 
"No meio da estrada havia uma ponte" - San&Dan

No final da tarde, chegamos em Poços de Caldas-MG e, com ajuda de bons amigos, conseguimos local seguro para pernoite.  A cidade nos pareceu muito tumultuada, muitos veículos, inúmeros "barbeiros" que estacionam onde querem, entram na frente, querem manobrar em local inadequado... bem diferente de anos atrás, quando estivemos ali.

Pórtico da cidade - San&Dan

Vista de Poços de Caldas - San&Dan

Santuário N.Sra. de Fátima - San&Dan

Visitamos o santuário  Nossa Sra. de Fátima (fica no alto de um morro), com bela vista da cidade.  Passeamos novamente nas Thermas Antonio Carlos (http://felizmotorhome.blogspot.com/2010/10/viagem-junho-e-julho2008.html) mas, por precaução, não tomamos os banhos desta vez.  Passeamos pela praça, pela cidade e voltamos para o motorhome.

O belo edifício das Thermas - San&Dan

Jardins internos do Thermas - San&Dan

Belo vitral de teto, multicolorido - San&Dan

Uma das muitas fontes do balneário - San&Dan

Selfie no chafariz - San&Dan

Antes do meio-dia estávamos na estrada, com calor de 30 graus. Seguimos por estradas sinuosas e lindas, embora com trechos bem ruins. Passamos por Pouso Alegre-MG, onde pretendíamos ir ao supermercado e shopping, mas depois de muitas voltas no trevo de acesso e sem sucesso, desistimos e seguimos adiante.

As curvas anunciadas no GPS - San&Dan

A bela serra em MG - San&Dan

E as curvas logo ali - San&Dan

Muitas plantações de café ao longo da rodovia, mas, sem acostamento fica impossível parar para fotografar...  Na cidade de Lambari-MG foi outro caos: muitos veículos, ruas esburacadas,  ruelas estreitas e inclinadas. Como desconhecemos a cidade, o GPS e o Google Maps nos orientam, mas aqui, de nada adiantou...  A absoluta falta de planejamento viário ficou registrada por um bloqueio fixo instalado ao final de longa e sinuosa rua, sem a menor indicação.  Com grande dificuldade tivemos de manobrar e voltar, assim como todos os demais veículos...  A marca da irresponsabilidade.

Barreira em Lambari-MG - San&Dan

Túneis verdes pela estrada - San&Dan

Plantações de café a perder de vista - San&Dan

Pelas 17h chegamos ao Complexo de Lazer do Ganso (https://www.gansocomplexodelazer.com.br/), onde o Leo e Max nos recepcionaram, prestativos e gentis. Estacionamos e fomos tomar uma boa ducha relaxante.  Após o jantar, o merecido descanso, pois o dia foi pesado...

Pela manhã, um lindo sol, reflexos coloridos nas águas dos lagos de peixes e pão francês fresquinho, entregue no motorhome! 

Pesqueiro do Ganso - San&Dan

Nosso cantinho - San&Dan

Aproveitamos o sol para lavar roupas, arejar e limpar motorhome, passeamos pelo aprazível complexo e fizemos boas fotos.

Lago, piscina, cachoeira - San&Dan

As piscinas limpinhas - San&Dan

Pose para foto - San&Dan

Simpática ponte, uma tirolesa ao fundo - San&Dan

A tarde tivemos grata surpresa: dois casais de amigos, de Toledo-PR, chegaram ao Complexo Ganso, vieram estrear seus motorhomes!  Com  ajuda do Leo, conseguimos estacionar juntos para confraternizarmos. 

O nosso "encontro" - San&Dan

Vista geral do lago e piscinas - San&Dan

Mantendo distância segura, conversamos muito, passeamos pelo parque, fomos até na piscina (quase vazia) que agora estão mantendo aquecida! Em uma das noites frias, teve até fogueira... Foi muito bom!

Foto para guardar - San&Dan

Nossa fogueira particular - San&Dan

O acampamento com um pouco de neblina - San&Dan 

 Ficamos ali dois dias, os amigos também, pois precisavam conhecer um pouco seus motorhomes.  Na segunda, seguimos todos para Caxambu (50km), para conhecer as águas termais.

Em comboio pela estrada para Caxambu - San&Dan

Pórtico de Caxambu - San&Dan

Ao chegar, fomos todos ao supermercado Carrossel reabastecer as despensas. Depois ao Museu Municipal, onde Sra. Angela nos recepcionou, relatando a bela história de Caxambu e nos indicando local seguro para pernoitarmos.

Selfie em frente a igreja - foto: Juci

Escadaria e igreja matriz ao longe - San&Dan

Museu municipal e nossos amigos - San&Dan

Seguimos para o estacionamento indicado, tomamos boa ducha, e à noite confraternizamos com um vinho, para "inaugurar" oficialmente os veículos dos amigos.  Desejamos que Deus os protejam sempre, tenham muitas viagens e paisagens lindas. Tim-Tim!

Estacionados em Caxambu - San&Dan

Novo dia, fomos passear cedo pelo Parque das Águas e Balneário de Caxambu.  O parque possui mais de 200 mil m2 de área, com bosques, lagoas, 12 fontes de água mineral, indicadas para variados fins medicinais. 

Um pouco de história:  Em 1864, iniciou-se a construção de casa de banhos sobre as fontes que brotavam no lugar onde hoje fica a Fonte D. Pedro II.  Porém até 1912 os banhos e tratamentos não estavam sendo feitos em sua totalidade, pois os edifícios não estavam concluídos e não havia um técnico disponível para acompanhar os banhos  (na época já usados para tratamentos de saúde). Nos anos 70, a companhia hidro-mineral assumiu o controle do balneário, fez amplas reformas. Em 2010 foram feitas novas melhorias, substituídas banheiras e piscinas.

Parte do Parque das Águas - San&Dan

Fonte D. Leopoldina - San&Dan
Edifício do Balneário - San&Dan
Dan na "casa da bruxa" - San&Dan
Fonte D. Pedro II - San&Dan

Parada para descansar - Foto: Juci

Caminhamos pelo parque, provamos as águas disponíveis nas fontes, visitamos o hall de entrada do balneário e, para nossa sorte, estava na hora do gêiser! foi  uma festa!

Foto com a bela fonte - San&Dan

Na Fonte Beleza - San&Dan

Fonte Mayrinck 1,2 e 3 - San&Dan

Na hora do gêiser! - San&Dan

O belo Coreto, dentro do parque - San&Dan

Depois, nos despedimos dos amigos toledanos (que continuaram seu passeio por Caxambu), e fomos para a estrada. 

Bela composição: céu, montanhas, estrada - San&Dan

Mais túneis verdes - San&Dan

Queremos aqui fazer um alerta aos viajantes: procure sempre viajar com o tanque cheio (combustível de boa procedência, bandeira conhecida), pois em longos percursos não há posto de abastecimento ou sinal de celular para pedir socorro.

Passamos por muitas cidadezinhas, sem a menor condição de estacionamento.  Como na região escurece cedo (17:30h!), já preocupados, chegamos em Maripá de Minas e conseguimos um posto de abastecimento seguro para pernoitar.

O restante fica para a próxima postagem.  Até Logo!!

Caxambu-MG  - San&Dan