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sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Viagem novembro-dezembro/2014 (parte 2)

 

Olá!

Após nossa estada em Gramado, seguimos no rumo Sul e, como não gostamos do trânsito intenso, apenas passamos por Porto Alegre, estacionando em Guaíba, com amigos luteranos.

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Novo dia, optamos por fazer o percurso de catamarã, até Porto Alegre. Passeio agradável, apenas 20 minutos, sem estresse, R$ 8,00/pessoa. Aproveitando a estada na capital, fomos à catedral onde coincidentemente encontramos um grupo de amigos toledanos.

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Visitamos o  museu Júlio de Castilhos, com peças singulares. Aproveitamos também para visitarmos parentes.

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As 16h retornamos para Guaíba (catamarã). À noite, participamos do culto do Dia de Ação de Graças, afinal, diariamente temos que agradecer ao Supremo por todas as bençãos que Ele nos oferece.

Seguimos viagem para Pelotas. Rodovia BR-116 em bom estado, com vários trechos em obras de duplicação.  Chegando em Pelotas, vimos um pequeno ônibus Chevrolet Brasil, apelidado de Expresso Quindim (por ser amarelo).  Conhecemos o proprietário, Sr. Chico, que possui outras peças lindas, como Fuscas, Lambretas, Citroen...

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Conseguimos pernoite com amigos bombeiros e, na manhã de sábado, por indicação do Sr. Chico, fomos na “feira de pulgas”, exposição de carros antigos e também visitar o mercado público recém reformado. Ainda tivemos a sorte de assistir a apresentação da impecável banda da Brigada Militar.

Fomos ao Café Aquarius, onde ocorreu um fato curioso: Dan foi ao balcão pedir 2 cafés, a atendente trouxe 2 xícaras e as deixou emborcadas sobre os pires. Dan virou-as, colocou açúcar e esperou, esperou, e nada de servirem o café. A moça até passava perto, olhava e seguia.  Até que ele a chamou, questionando sobre o café, ao que ela respondeu: “Mas as xícaras estão desviradas, significa que o senhor já tomou!”  Portanto, faz parte da mística do café Aquarius: a atendente coloca a xícara emborcada e desvira somente quando serve o café! 

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Após o meio dia, seguimos para Rio Grande, onde o nosso amigo Matheus nos aguardava. A família toda nos recebeu muito bem, pessoas simpáticas e gentis. Visitamos um trecho da imensa Praia do Cassino (212km de extensão!). A noite saboreamos um gostoso assado para celebrar. 

No domingo, após o almoço, Matheus nos levou para conhecer um tio, colecionador de motonetas, Sr. Sidnei. Um entusiasta, apaixonado pelo restauro e pelas peças, que ele mesmo recupera!  Constrói, molda, idealiza, fabrica as peças, faz a chapeação e pintura, coloca a “mão na massa” para resgatar as peças (grandes e pequenas).

Ele forneceu muitas e valiosas informações, além de dedicar boa parte da tarde em nos atender.  Agradecemos à toda a família pela agradável recepção e acolhida.

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Dia útil, fomos à corretora em Rio Grande para fazermos o seguro internacional (Carta Verde), mas após esperar muito, algumas justificativas inconclusivas, vários telefonemas, recebemos o veredicto: não podemos fazer a carta verde por mais de 30 dias. E a solução apresentada pela empresa foi digna de constar no Guiness  da desinteligência: “podem retornar em 30 dias e fazer outra por mais 30!”

Após “esfriar a cabeça”  e analisar as hipóteses possíveis, optamos pela mais sensata: mudar nosso planejamento inicial e rumar à Jaguarão.  Chegando à cidade, fomos na Retimex (www.gruporetimex.com.br), onde o Sr. Jairo nos atendeu prontamente e, em 5 (cinco) minutos, estávamos com a Carta Verde em mãos  (para 60 dias = R$ 350,00).  Resolvemos mais algumas pendências bancárias na cidade e entramos no Uruguay.  Parabenizamos a Retimex, pela competência e presteza.

Infelizmente, choveu o dia inteiro, por vezes de forma intensa. Algumas pontes e trechos da estrada começavam a reter água, mas como todos os que rodam pelo Uruguay sabem, somente há pontos de parada nas cidades, que neste trecho distam centenas de quilômetros e, a primeira delas estava em alerta, pelo alagamento.

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Enfim, tocando em frente, o tempo aclarando, chegamos às 17h em Piriápolis, e nossa primeira parada foi no Lavadero Piria, deixar as roupas para serem lavadas. Em seguida, fomos ao camping AEBU, bem recebidos, PU 275/2 pessoas/dia (R$ 30).  Estacionamos ao lado de um mhome alemão, do Tobias, que está esperando a família chegar para passearem.

Pela manhã não choveu, havia vento e limpamos calçados e o mhome, mas quando estávamos acabando a faxina começou a garoar. Guardamos tudo e esperamos, logo após o almoço, o céu limpou e ficou azul intenso, com sol maravilhoso; aproveitamos  para terminar as tarefas domésticas.

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Novo dia, fomos passear em Punta del Este, com sol quente desde cedo. Nossa primeira parada foi no Punta Shopping, onde há Tienda Inglesa (supermercado variado), câmbio, wifi... Aproveitamos e fomos ao escritório da Buquebus (no próprio shopping), saber dos valores da travessia Colonia del Sacramento para Buenos Aires: U$ 150 (R$ 384;  mhome + 2 pessoas). Novamente damos a dica: comprar com 4 a 5 dias de antecedência reduz consideravalmente o valor da passagem.

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Passeamos mais um pouco pela cidade e voltamos para o AEBU em Piriápolis, onde aproveitamos para lavar mais camisetas e conversar com o vizinho Tobias.  No final da tarde (passado das 20:30h), fomos ver o pôr-do-sol no mar. Uma beleza indescritível.

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Amanhã devemos continuar nossa viagem, em breve novas postagens.

Abraços, até logo...

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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Viagem setembro/2013 – parte 2

 

Olá!  Em Gramado, como choveu quase todo o tempo, passamos o dia no mhome: organizando, escrevendo o blog.. E, nas estiagens, caminhamos pelo camping e fomos  dar pão aos patos e peixes do belo lago.

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Novo dia e já seguimos viagem, indo para Porto Alegre visitar alguns parentes. Com a intervenção de alguns amigos, conseguimos estacionar no Iate Clube Guaíba, onde fomos muito bem recebidos. Na Avenida Beira-Rio, ao pararmos em um semáforo, um casal de ciclistas nos cumprimentou efusivamente, mas como não os identificamos, seguimos o fluxo.  Enfim, após atravessar a complicada capital, chegamos ao clube após as 13:30h, com vento forte e gelado.

Instalamo-nos na margem do rio, descansamos um pouco e, no final da tarde, fomos visitar o irmão do Dan, aniversariante no dia. Após o saudoso e alegre bate-papo, fomos jantar no restaurante árabe Lubnann, muito delicioso: quibes, carneiro, pastas, arroz com lentilha, charutinhos de repolho e de carne (ainda não foi ali que começamos o regime…). Antes da 22h já estávamos no mhome, sentindo muito frio.

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No dia seguinte visitamos a mãe do Dan (também aniversariante) e após as 14h fomos “bater perna” no centro de Porto Alegre, mas o frio e vento continuavam vigorosos, e desistimos. Mais um bate-papo com parentes e, no final da tarde voltamos para mhome, descansar e organizar as coisas para sair cedo amanhã.

Antes da 9h estávamos saindo e, sendo véspera de feriado alusivo à Revolução Farroupilha, várias ruas estavam fechadas e o trânsito, que já era complicado pelas obras, estava ainda pior.  Atravessamos o túnel da Conceição e começamos a rodar mais rápidos, pois queríamos passar pela ponte antes do içamento do vão móvel do Rio Guaíba (marcado para as 10h), o que atrasaria ainda mais.  Conseguimos!

Fizemos uma parada no Posto Ipiranga (Das Cucas), perto de Sertão Santana, onde combinamos de almoçar com os primos Suzy e Kau: comida deliciosa (filé completo e à parmegianna).  Conversa agradável, sempre temos muito que “prozear”: netos, viagens, filhos,… Pena que temos tão pouco tempo, mas ainda esperamos a visita de vocês lá em casa…

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Após as 13h seguimos, na intenção de chegar a Pelotas antes das 17h, para poder entregar roupas sujas na lavanderia. Mas, como diz nossa querida amiga Leda ”pode-se prever o horário e local de saída, mas o de chegada não”. Na rodovia, perto do município de Cristal fomos parados em uma barreira de obras. Foram quase 2 horas esperando a detonação de rochas e limpeza da pista. Nestas momentos sentimos como é bom estar de mhome: temos banheiro, café, água, comida,… Vimos familias com problemas: crianças, idosos, e até cachorros; os quais estressavam-se com a demora, pois, no mínimo necessitavam fazer xixi…

Claro que, após a abertura foi aquela correria dos motoristas afoitos, alguns que chegavam no final da fila não sabiam quão longa era e vários acidentes aconteceram poucos metros à nossa frente.  Chegamos a Pelotas após as 18h, trânsito caótico, mas conseguimos novamente o local de parada seguro, como das vezes anteriores, com os nobres colegas bombeiros.

Percorremos os 145km de Pelotas à Jaguarão (fronteira com Uruguai), estrada plana e em bom estado, mas sendo feriado, os gaúchos “se mandaram” para os “free shops” uruguaios.

A cidade de Rio Branco (no Uruguai) estava quase intransitável; local para estacionar nem pensar. Voltamos para Jaguarão, que também estava ficando difícil para estacionamento, pois chegava a hora do almoço.  Ao feliz acaso, encontramos outro motor-home com o simpático casal: Paulo e esposa, residentes na cidade.

Almoçamos no restaurante Red´s (por kg e livre), com buffet variado e carnes grelhadas. Ao final compramos os afamados “doces de Pelotas” (embora em Jaguarão) para comer no mhome. Retornamos até a BR116, na entrada de Jaguarão para abastecer no Posto Shell Panamericano (R$2,35/litro), pois na cidade estavam cobrando R$2,55 e alguns até mais!!

Todo o 20 de setembro, celebra-se a Revolução Farroupilha no estado do Rio Grande do Sul. São realizados desfiles, danças típicas, apresentações de grupos folclóricos, com o bom e velho chimarrão e churrasco.

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Estacionamos perto do centro, e esperamos pelo desfile que aconteceria as 17h. Para passar o tempo, fotografamos prédios históricos, caminhamos.  O desfile começou pontualmente, com muitos cavalarianos, prendas e peões, carros alegóricos, algumas crianças (até menores de 2 anos) com vestimenta completa: vestido e sapatilha ou bombacha e bota.  Então entendemos porque  o desfile ser tão tarde: às 18h, após os hinos do Brasil e do Rio Grande do Sul, as bandeiras foram arriadas por integrantes da patronagem dos CTG (Centros de Tradições Gaúchas). Pernoitamos junto ao Corpo de Bombeiros de Jaguarão, para nos sentirmos mais seguros.

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Novo dia, acordamos cedo para ir à Retimex (estava fechada ontem), para fazermos o seguro internacional “Carta Verde”: R$205,00 (duzentos e cinco reais) para 30 dias. Continua sendo ótimo preço e atendimento; recomendamos aos colegas e, caso necessário eles enviam também pelo Correio (pagamento antecipado).

Após rodarmos 1.906km no Brasil, às 9h entramos no Uruguai; aduana tranquila, nem revistaram o mhome desta vez. Seguimos pela Ruta 18, plana, reta, fazendas, gado, ovelhas, tudo verde e bonito, mas ainda observa-se alguns estragos da chuvarada de poucos dias atrás. Pouco trânsito, combustível ou socorro só nas cidades (a cada 150km mais ou menos).

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Fizemos parada em Treinta y Tres, para abastecer despensa, tentar câmbio (fechado) e acesso a internet. Conseguimos ir ao supermercado Ta-Ta (novo, amplo), e aceitaram pagamento em Reais, com bom câmbio; as casas de câmbio estavam fechadas; e conseguimos internet wi-fi no Posto Ancap, na saída para Minas.

Novamente na estrada, agora com uma paisagem variada: alguns cerros, montanhas, curvas, esta também é uma linda região do Uruguai.  Chegamos em Minas as 16h, e procuramos a “oficina de turismo” (todas as cidades possuem); onde conseguimos informações gerais e de agência câmbio aberta.

Depois, seguimos para o Cerro Arequita (10km), onde há um camping (de mesmo nome), simples mas de bom tamanho para passarmos a noite, descansarmos de um dia inteiro de estrada, e de vários dias sem um local apropriado e tranquilo.

Após nos instalarmos, tomamos bom banho e fizemos um jantar simples e saboroso, aproveitando a tranquilidade do local. A sensação térmica foi caindo rapidamente por causa do vento forte.

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Haviam poucos usuários do camping, mas uma família nos despertou atenção: com 2 meninos pequenos, estacionaram o pequeno carro após as 18h (umidade, frio e vento), arrumaram as varas de pesca  e foram para o rio. Pelas 20h voltaram (sem peixes), a mãe os colocou dentro do carro enquanto ela e o marido arrumavam a minúscula barraca para os quatro.  Na manhã do dia seguinte, antes das 7h todos já estavam acordados. O pai preparou fogo para esquentar água e tomar um simplório café com pão seco, a mãe começava a organizar as coisas pois logo iriam embora, os pequenos caminhavam ao redor e pareciam ansiosos para fazer alguma coisa. Nem estavam preocupados com o intenso frio. Até que o mais velho (uns 6 anos) deu a maior demonstração de viva alegria: “que rico día, nos és, mamá?” 

O que para nós, normalmente é apenas mais um dia, para aquele pequenino significava uma admirável dádiva, motivo de flagrante contentamento. Tal demonstração de alegria é um emocionante exemplo, acostumados que estamos com a sequente comodidade.    

O episódio nos rendeu um bom tempo de reflexão e diálogo: quantos de nós, temos mais que eles, estamos num hotel 5 estrelas e não em uma barraca gelada; ou temos um mhome imenso e luxuoso.. Eles, um minúsculo Cherry alugado, sem ao menos uma chaleira elétrica ou algo para passar no pão. Fazendo fogo com gravetos no chão, esquentando água na chaleira velha e comendo pão puro e adormecido. Mesmo assim, estavam agradecidos pelo lindo dia, porque tinham o que comer, tinham roupas feias e quentes, tinham filhos e pais,… Oferecemos alguns biscoitos para as crianças, que nos agradeceram em coro, com alegria estampada nas faces.

Colocamos agasalhos mais quentes e fomos caminhar pelo parque, fotografar os animais: veados, pavões, coelhos, emas, cavalos, bodes, … Caminhamos até o rio, que estava bem mais cheio que das outras vezes que  aqui estivemos. Soubemos que algumas famílias ainda não voltaram para casa por causa dos alagamentos.

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Fizemos um lanche no mhome e, após as 14h saímos, em direção a Piriápolis, pela Ruta 60. Para quem acha que o Uruguai não tem serra, visitem esta Ruta. Chegamos a 311m de altitude (são “montanhas”, contrastando com a baixa planura uruguaia). Um vento cortante tornava fotografar quase impossível. Cerros, morros, algum gado, oliveiras, pedras. Paisagem muito interessante, aprazível, diferente dos consagrados campos.

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As 17h chegamos em Piriápolis, cidade praiana, quase vazia. No camping AEBU apenas nós e mais um casal acampados, com uma camioneta e barraca. Esperamos que esta semana seja mais quente, para podermos caminhar, passear, limpar e organizar mhome.

Na segunda-feira, acordamos cedo e com chuva leve; fomos até o Lavadero Piria, deixar as roupas para lavar (PU$110/máquina, lavado e secado, uns R$12). Em seguida, uma paradinha no Hiper Devoto, comprar algumas guloseimas e itens faltantes.  Contudo, as frutas e legumes compramos na fruteira, pois são mais frescas, bonitas  e baratas.

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Percorrendo as ruas de Piriápolis, um automóvel nos seguiu e, quando estacionamos, ele parou atrás!   Mais uma fantástica surpresa deste pequeno mundo, era o  amável casal Luiz e Tamara, que havia nos cumprimentado em Porto Alegre (ciclistas). São de Florianópolis, já visitaram nosso blog, fizeram caminho de Santiago, e outras aventuras maravilhosas (de bici ou automóvel).  Esperamos encontrá-los novamente pelas estradas, com ou sem mhome…

À tarde fomos no posto Ancap, acessar internet; depois no porto (vento forte e gelado) para fotos, onde vimos uma família de lobos marinhos brincando, mas foram mais rápidos que nossa câmera. As 17h buscamos as roupas na lavanderia: limpas, cheirosas, dobradas.

Voltamos para o camping tomar banho antes que ficasse mais frio, mas o aquecedor de água dos banheiros é com caldeira à lenha e ninguém apareceu para fazer fogo. Nós ainda temos o mhome para tomar um banho rápido e quente, mas e a outra família acampada de barraca? É difícil dizer mas, o AEBU não é mais o que era.

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Vamos ficar mais um ou dois dias aqui, depois seguiremos nossa viagem. Abraços e até breve.   San&Dan

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