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quarta-feira, 9 de maio de 2012

Viagem Argentina e Chile (parte 5)

Olá!  Postamos agora a 5ª parte de nossa viagem, com informações da viagem até a cidade de Lujan.

No 40º dia, quando arrumávamos as coisas para sair, os cervos apareceram ao longe:

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Ao percorrer, com o mhome, o circuito mais longo pelo Parque Luro, vimos mais cervos, famílias de javalis, até um gato do mato passou correndo.

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Seguimos pela Ruta 35 ate chegarmos a Santa Rosa, capital da província de La Pampa. Possui mais de 90 mil habitantes, mas contém traços (físicos e humanos) de cidade pequena.

Fizemos câmbio em uma agência de turismo (não há casa de câmbio na cidade!), depois abastecemos a despensa no Carrefour e fizemos um lanche como almoço.  Passeamos um pouco pela cidade (catedral e praça central), tudo (exceção ao supermercado e alguns restaurantes) é fechado pela “siesta”, só reabre às 17h.

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Analisamos os mapas, distâncias, dia da semana e decidimos seguir viagem.  Paramos para abastecer em um YPF na minúscula Pellegrini, onde cogitamos pernoitar: (1) flagrante mau atendimento; (2) não havia rodo para limpar o parabrisa pois estava sendo usado para limpar as janelas do posto; (3) a atendente da lanchonete MENTIU dizendo para a San que a internet estava funcionando e depois de muitas tentativas, Dan foi perguntar o que estava acontecendo e ela disse “não sei, faz tempo que não funciona” !...

Seguimos na ruta e pernoitamos em um posto de pedágio logo após Trenque Lauquen (Ruta 5). Com energia, banho quente água (salgadíssima), banheiros limpos, muito bem atendidos e segurança total.  Embora com o ruído da rodovia, uma noite tranquila. 

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Dia seguinte (41º) saímos cedo e pagamos o pedágio PA$ 6,00 (R$ 2,70),  um pernoite muito barato, equivalente ao valor de meio cafezinho… 

Paramos no YPF ACA de 9 de Julho, aqui sim a internet rápida, café muito bom e caríssimo PA$ 10 (R$ 4,5).  Aproveitamos para lanchar e após às 12h seguimos novamente na Ruta 5.

As 15:30h chegamos à cidade de Lujan, trânsito um pouco confuso, ruas estreitas para o mhome, mas ao chegarmos ao centro, vimos que valeu a pena. Estacionamos à 2 quadras da basílica por PA$ 20 (R$ 9,00), e fomos passear.

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A cidade de Lujan está na província de Buenos Aires (a 73km da capital), possui 67 mil habitantes e tudo (comércio, serviço e indústria) é em função da Virgem de Lujan. A Basílica teve seu início em 1887 e foi concluída em 1935. Suas torres se elevam a mais de 100 metros, há esculturas de apóstolos e algumas gárgulas rodeando toda a igreja; tem 82 vitrais;  muitos altares com imagens em mármore branco, dois anjos em mármore de Carrara estão no início das escadas internas.  É linda e decomunal. Só estando lá e entrando nela que compreendemos sua grandiosidade.

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Depois visitamos o Cabildo e o complexo de museus ao redor. Fomos ao centro de informações turísticas, mas as atendentes não estavam  motivadas em atender, não tinham nem mapa da cidade e os campings que indicaram (de difícil acesso) estavam fechados.(orientamo-nos pelo livro guia YPF ACA).

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Ao pedir informações numa loja (já que mal atendidos nas informações turísticas);  o curioso vendedor nos questionou bastante (agradável conversa) e apresentou-se como bombeiro voluntário, indicando que poderíamos ir até o quartel para estacionarmos (Dan foi eng. seg. dos bombeiros de nossa cidade por 15 anos).

No quartel fomos muito bem recebidos pelos comandantes (Raul e Luiz), que mostraram as ótimas instalações, modernos equipamentos,… e pudemos trocar informações e comparações com as condições brasileiras.  Lembre-se que aqui todos os bombeiros são voluntários. 

No outro dia (42º) fomos passear na basilica, esperando os museus abrirem (10:30h). Como era sábado, a quantidade de romeiros era grande e a de vendedores de tudo também. Havia até um senhor com realejo, onde duas catorras “tiravam a sorte”, bicando um papelote.

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No Museu de Transportes ficamos surpresos com as peças e sua conservação, bem como a variedade: há carruagens, carroças, um trator de esteira para neve, barco, o “papa-móvel”, bicicletas e até um avião (o “Plus Ultra”, o primeiro avião que fez a travessia Espanha-Argentina no final da década de 1920).

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Depois voltamos aos outros museus, pois muitos já estavam fechados ontem. Dentro deles (exceção do Transportes) não é permitido fotografar, somente fora dos prédios. Há muitas peças e documentos importantes, mas os atendentes não estão interessados em explicar ou mostrar as peças.

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Após as 14h saímos de Lujan, pela Ruta 7 para chegarmos a Buenos Aires. Mas isto fica para a próxima postagem.

Abraços e até breve.

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quinta-feira, 3 de maio de 2012

Viagem Argentina e Chile (parte 4)

Olá! Postamos agora a quarta parte de nossa viagem, percorrendo a Argentina.

No 32º dia, 0ºC dentro do mhome, ainda em La Angostura, a grama estava com espículas de gelo e o pára-brisa coberto com uma fina camada.

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Aguardamos até as 10:30h para ligar o mhome (a diária vence às 11h), para que o motor não “sofresse” tanto com o frio.  Saímos do camping e abastecemos no YPF ACA (PA$ 5,099 / R$ 2,30 por litro).  Fizemos mais algumas fotos de Villa La Angostura e depois seguimos para San Carlos de Bariloche.

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No trajeto (Ruta 231), a paisagem é encantadora: o lago Nahuel Huapi, ao longo de boa parte do caminho, ao longe as montanhas com o cume gelado.  De qualquer ponto consegue-se fotos de “cartão postal”.

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Paramos nas Informações Turísticas para obter mapas e pontos de interesse. Depois percorremos os 15km restantes até a cidade e mais 13km, pela costaneira, até o camping Petúnia. Espaço amplo, com instalações de luz, água e esgoto para mhome, banheiros com água quente, e às margens do lago Nahuel Huapi.  (PA$ 90/dia - R$ 41,00).

Como o inverno está chegando, as árvores não foram podadas, então há muita sombra (o que aumenta a sensação de frio) e  galhos baixos (podem danificar antena ou placa solar).

Conseguimos um bom local, estacionamos, ligamos a luz e saímos para passear na cidade.  Questionamos sobre o ônibus urbano e o Sr. Leandro (atendente do camping) nos emprestou um cartão magnético para a passagem (os ônibus não aceitam moedas nem papel dinheiro). Após 30 minutos estávamos no centro.

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San Carlos de Bariloche possui cerca de 90 mil habitantes, serve de portal de entrada para o Parque Nacional Nahuel Huapi (com lago de mesmo nome), onde a natureza é exuberante em lagos, cumes nevados, glaciares e flora.  Uma característica desta região são as construções, em pedra e madeira, semelhantes as aldeias alpinas. No inverno, é uma das principais cidades em turismo na neve (esqui, passeio de teleférico ou aerosillas, fondues, roupas, acessórios, chocolate quente, etc.).

No nosso passeio pela cidade, visitamos o museu patagônico  (espécimes empalhados, história da região e da Patagônia, documentos, peças de Mapuches, …).

Depois fomos até a catedral de Nossa Senhora de Nahuel Huapi. Imensa obra, em concreto; iniciada em 1944 e ainda inacabada (não descobrimos os motivos da paralização). 

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Voltamos para o mhome após às 17;00h, tomamos um bom banho quente, e acessamos a internet wi-fi (dentro do mhome). Depois fizemos um gostoso macarrão com vinho (já que o almoço foi só lanchinho).

No dia seguinte (33º), amanheceu nublado e mais frio por causa do vento. Nada de neve.  Fizemos algumas fotos do camping e do lago, depois fomos passear na cidade novamente “by bus”.

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Caminhamos até a Igreja Luterana,  decisão acertada (apesar de longe), pois com o mhome não conseguiríamos subir as ladeiras inclinadíssimas. É uma comunidade bem pequena assim como a sede. Conversamos um pouco com o Pastor Sergio, depois fotografamos e seguimos para o centro.

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Procuramos algum local para almoçar, aconchegante mas não caro, com comida apetitosa.  Encontramos o restaurante Rock Chicken (Calle Rolando, 245, local 20),  pequeno mas acolhedor (em madeira). Os pratos são escolhidos por números, preços fixos, e a maioria acompanha bebida (refri ou cerveja).  Pedimos um (apenas 01)  bife de terneira com molho e fritas, estava delicioso, e o garçom gentilmente dividiu o grande bife e as fritas em dois pratos. Tudo, com gorjeta, apenas PA$ 42 (R$ 19,00) !!  Para não pagar caro, basta procurar, o que vale até para Bariloche.   Insistimos que, em muitos restaurantes, as porções “para um”, são suficientes para duas pessoas, obviamente dependendo do apetite, gula, hábito, metabolismo,…

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Depois passeamos na feirinha de artesãos, mas apenas cerca de 20% das lojinhas estavam abertas.  Após às 15h voltamos para o mhome e começamos a organizar para sairmos no dia seguinte.

Neste  34º dia, saímos de Bariloche às 10h e começamos a rota para o norte. A rodovia (Rutas 40 e 237) vai serpenteando ao lado do Rio Limay. Paisagens de cinema (como disse nossa querida colega Graça).  Vimos até vicunhas ao lado da rodovia, mas ao pararmos para fotografia, fugiram…

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Rodamos 190km e, como já passava das 13h e ainda estávamos a uns 30km de Piedra de Aguila, decidimos parar na estrada, em local ermo, para fazermos um lanche rápido.

Em Piedra del Aguila não havia diesel, decidimos seguir em frente (sempre prevenidos, tinhamos suficiente). Com mais 150km chegamos a Villa El Chocón, onde há uma bonita represa.  Mas lá, as coisas não deram muito certo: (1) não havia diesel com bandeira confiável, (2) o primeiro camping estava fechado, (3) o segundo camping é impraticável, sujo e desleixado, (4) tentamos visitar o museu, mas as placas indicam a direção errada e, (5) ao encontrar o museu não havia mais tempo hábil para visitá-lo…  Então enfim, desistimos de El Chocón.

As 17:30h chegando em Neuquen, trânsito intenso (início de feriadão), avistamos um supermercado Jumbo e, no acesso a ele, um posto YPF! Tomamos banho no mhome (estacionado no Jumbo), jantamos, voltamos para caminhar no shopping Jumbo e Easy. Na saída, havia uma Camper argentina com problemas para funcionar, fizemos uma “chupeta” entre o Iveco e ele e prontamente ligou. Agradecido, o colega nos apresentou no Posto YPF, onde estacionamos e dormimos.

No dia seguinte (35º), abastecemos diesel Ultra por PA$ 4,609 (R$2,07) e fomos para o centro de Neuquen, onde estacionamos no Parque Central (PA$ 10,00 pode-se passar o dia!).

Neuquen possui mais de 200 mil habitantes,  uma grande variedade em serviços e comércio, possui vários estabelecimentos de seleção e industrialização de frutas, bem como indústrias cerâmicas, químicas e têxteis. Também desenvolvem-se importantes atos culturais, como seminários científicos, encontros empresariais, de relevância nacional e internacional. 

Mas para fazer turismo de mhome, como toda cidade grande,  é um pouco complicado: o trânsito depois das 10h da manhã fica conturbado. Mas é útil para as necessidades de comércio e serviços.

Passeamos um pouco, fizemos câmbio, visitamos a catedral, e depois fomos almoçar (a bordo) no Balcon del Valle, com bela vista da cidade.

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As 13h seguimos para General Roca. As informações turísiticas ficam na rodovia (Ruta 22), no trevo, muito bem atendidos, com muitas e boas informações. Fomos até o Clube Náutico ver da possibilidade de estacionarmos, e descobrimos que é municipal, bem cuidado, banheiros limpos, água quente.

Combinamos que iríamos voltar e tentamos ir até o Mirante, mas a estrada não é convidativa, fomos apenas até um outro ponto de mirador.

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Voltamos para o Clube Náutico, estacionamos.  Fizemos um jantar apropriado: bifes cobertos com queijo, na churrasquita (que vai na chama do fogão). Uma delícia, com bom vinho chileno.

General Roca nos surpreendeu: possui 70 mil habitantes, comércio e serviços bem desenvolvidos. Grande produtor de frutas (maçãs, pêras, ameixas, pêssegos, uvas, cítricos, entre outros); produz ainda vinhos e alguns produtos coloniais e diferentes (cogumelos, por exemplo). Possui várias opções de turismo: museus, centro cultural, balneário (rio Negro), ilhas com instalações para esportes e camping, vários roteiros de ecoturismo (montanha, caminhada, corrida, …).

Aproveitamos a tranquilidade e segurança e passamos o 36º dia (domingo) no Clube Náutico. Há uma prainha ao lado, muitas pessoas circulam, visitam, passam o dia.  Incrivelmente não há NENHUM som automotivo. Todas as pessoas procuram tranquilidade, silêncio, ouvir o rio, os pássaros, a natureza.

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Havia um mhome Iveco argentino e fomos até lá conversar (Sr. Tom e Sra. Susana). Muito amáveis, conversamos bastante com a simpática Sra. Clorinda (sogra, com 96 anos!), que adora viajar, afirmando que quando está chateada, pega a mala e vai para a Itália…  Um exemplo para nossos pais e sogros …ou até para nós mesmos.

No 37º dia, optamos por visitar a cidade de General Roca: cidade bem planejada, ruas largas, amplos espaços. Encontramos a feira indicada pela atendente de turismo, grande variedade de produtos, quase metade do valor cobrado no supermercado (com exceção da banana, que continua a PA$ 8 ou mais).

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Depois de fazer a feira, fomos ao shopping, procurar comidas semi-prontas; abastecemos  no Petrobrás (PA$ 5,849/litro - R$ 2,63); e seguimos pela ruta 152 até chegarmos a barragem (bastante baixa) e Villa Casa de Piedra: uma vila turística, com hotel, cabanas, camping, local para pesca e outras atividades.  Mas, feriadão argentino, não encontramos alguém para nos informar sobre os procedimentos (valores, horários…).

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Vimos dois mhomes argentinos  estacionados e conectados à energia, decidimos perguntar.  Acabamos por conectar nosso cabo elétrico no mhome deles, pois  nosso plug e suas tomadas são incompatíveis.  A utilização do camping é gratuita, tudo muito organizado, seguro e limpo.   E além disto, os banheiros (azulejados e com água quente) estavam limpos!  E com várias placas “Limpeza Demonstra a Educação do Povo”.  Um exemplo de cidadania.

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A noite foi tranquila, apenas o vento embalava o mhome. Um novo dia (38º) e lá fomos nós pegar a estrada novamente.

Continuamos rumando para Nordeste, pela retilínea ruta 152. São 260km de NADA, sem casas,  posto de combustível,  plantações,  criações de gado ou outros animais (nem pássaros). Um deserto povoado por pequenos arbustos rígidos que não balançam com a ventania. 

Apenas em Puelches há um aglomerado de poucas casas e um posto sem bandeira (bastante sujo). Nada até o horizonte, apenas a rodovia quase sempre reta, arbustos secos e pedras. 

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Em General Acha (entrando na cidade) há um posto YPF, conseguimos diesel ultra por PA$ 5,549 (R$ 2,50). Depois fomos ao parque municipal citado no guia, mas é pequeno, com pouco espaço para manobra e, também, não há nenhum responsável para informar.

Fizemos uma parada para comermos algumas frutas e depois seguimos viagem novamente. Rodamos mais 90km desde General Acha até o avistarmos a Reserva Provinvial Parque Luro (na Ruta 35, uns 30km antes de Santa Rosa). (www.parqueluro.gov.ar)

Parque imenso, organizado, limpo (7.500 hectares), era uma antiga fazenda do início de 1900, conta com três museus; várias trilhas de caminhada, onde observa-se várias espécies de pássaros; vicunhas; zorros (lobo pequeno); maras (lebres patagônias); ciervos, javalis, pumas, ...

Fizemos a entrada no parque e depois, no restaurante, o cadastro para pernoitar.  Como era feriado, o parque estava cheio (cerca de 1000 visitantes), mas depois das 18h ficamos sozinhos, e os animais começavam a caminhar ao redor (lobos, tatus,..). A noite foi tranquila e silenciosíssima.

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No dia seguinte, o 39º, fomos passear pelo Parque Luro. Inicialmente ao museu del Castillo (antiga casa do proprietário da fazenda).  As visitas são sempre guiadas e não permitem fotos (para preservar o local e as peças).   A guia explicou e orientou muito bem sobre todos os compartimentos, rico mobiliário e histórias da casa, a nós e a um casal de turistas argentinos.  A longa visita foi até as 12:30h, então voltamos para o mhome fazer um bom almoço (capeletti com carne desfiada “Vapza”), para depois continuarmos o passeio.

À tarde voltamos para o Castillo, fotografá-lo com o sol de frente. Depois fomos ao centro de interpretação, onde há fotos, paineis interativos  e vídeos para informar um pouco mais sobre a história do lugar.

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Caminhamos até o salar, onde deveria haver uma grande lagoa, mas com a estiagem só restou o extenso branco de sal. Nem os flamingos ficaram por aqui.

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No retorno passamos pelo Tambo de Leite, adquirido na França em 1905 e trazido para a fazenda, teve sua instalação terminada em 1920, mas a história registra que ainda não foi utilizado, pois nunca houve vacas na fazenda…

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Fomos ao museu San Huberto (de carruagens), e tiramos mais umas fotos…

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No final da tarde, novamente os zorros (lobos) e alguns ciervos (veados) vieram passear perto do mhome; mas são muito ariscos, ao menor ruido ou movimento já saem correndo…

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Amanhã devemos seguir viagem, mas antes vamos com o mhome explorar alguns recantos mais distantes do Parque Luro

Abraços e até breve!

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