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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Viagem dezembro/2012 e janeiro/2013

 

Olá! Estávamos ansiosos pela nova viagem e, finalmente, chegou a hora de sairmos!

No dia de Natal, almoçamos com a família da San e depois pegamos a estrada. O movimento estava razoável, mas o calor, insuportável. Ouvíamos a emissora Guaiba de Porto Alegre (ondas curtas 6000KHz), para sabermos do trânsito e da meteorologia, e uma notícia assustou: em Pelotas-RS, a sensação térmica era de 53ºC !!

Alguns km antes de Cascavel, utilizamos o trecho novo da rodovia BR 467, que desvia a cidade, indo direto à rodovia BR 163 (sentido Sul). Não perde-se tempo dentro de Cascavel (sinaleiras, lombadas, trânsito).

Apesar de algumas obras, a BR 163 continua com depressões, alguns buracos e muito movimento. O que nos surpreendeu foi a baixa quantidade de caminhões e carretas, o que favoreceu o fluxo neste trecho, mas automóveis vinham em grandes comboios.

Após 143 km (2 horas e 30 minutos) chegamos ao Posto Stop de Realeza-PR. Abastecimento (R$ 2,069/litro), pães de queijo quentinhos, acesso a internet, breve descanso e seguimos viagem novamente.

Em função do grande movimento, resolvemos ir pela PR 100, entre Campo Erê e Pinhalzinho. Rodovia razoável, alguns buracos, sem acostamento e raríssimos locais de parada. 

Durante a tarde trocamos as camisetas suadas por 2 vezes, bebemos várias garrafinhas de água, molhamos as toalhas que coloquei nos assentos para minimizar o suor; mas nada reduzia o calor...

Chegamos às 19h em Pinhalzinho-SC e, cansados, procuramos um local para pernoitar.  Encontramos alguns amigos (Djonca, Adrian, Lilian) que ofereceram chuveiro com água abundante e um saboroso jantar (carreteiro) para celebrarmos a noite de Natal.

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Novo dia e fomos para a estrada novamente. Porém acabou a tranquilidade do trânsito, apresentando-se com exagerado movimento.  Em Chapecó-SC foi um caos para conseguirmos sair da cidade, ruas esburacadas, com imperfeições, sem placas sinalizadoras e sem confiança no GPS. Mas enfim, conseguimos atravessá-la.

Na rodovia entre Chapecó-SC e Erval Grande-RS, conseguimos belas fotos do rio e parque fronteiriço.

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Seguimos para a RS 135 (Erechim - Passo Fundo), paramos no posto de pedágio, para saborear um café. Às 13h chegamos em Passo Fundo-RS, improvisamos almoço, telefonamos para alguns amigos e descansamos um pouco, com chuva e friozinho chegando.

À tardinha, os amigos Miguel e Marinete vieram nos buscar para uma agradável confraternização, conversamos sobre antiguidades, viagens, roteiros. Ofereceram um delicioso e alegre jantar com direito à champanhe...

Choveu a noite toda e, na manhã seguinte, lá fomos nós ainda sob chuva. A RS 324 e a RS 470 (entre Passo Fundo e Bento Gonçalves) está muito ruim, além das curvas e do movimento intenso, buracos, depressões, falta de sinalização, elementos agravados pelos   motoristas afoitos...

Mas após Farroupilha (pedagiada) a rodovia melhora. Passamos tranquilamente por Caxias e, em Nova Petrópolis fizemos uma paradinha rápida.

Em Gramado ficamos surpresos com os congestionamentos, grande quantidade de carros circulando. Após alguns desvios, às 16h chegamos no camping de Gramado.

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Além dos “residentes”, havia lá uns 10 mhomes, alguns estrangeiros: austríacos, suíços, alemães, argentinos e uruguaios. E a surpresa: os alemães já havíamos encontrado em Arapey (Uruguai)!

Lembrando da música: “chove chuva, chove sem parar...” Choveu a noite toda, o dia seguinte inteirinho, neblina e frio, ventava e chovia novamente...

Recebemos a visita do casal de austríacos Gerti e Michael, que nos trouxeram muitas dicas e informações sobre a Áustria e Europa de modo geral, eles em inglês e pouco espanhol e nós em espanhol e pouquíssimo inglês. Em troca, fornecemos dicas sobre Treze Tílias (que é o Tirol brasileiro), próximo destino deles. O site para acompanhá-los: www.project5continents.com

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No sábado, madrugamos, aceitamos carona do André e da Dani para irmos à feira de produtos coloniais, na praça ao lado da rodoviária, mas é bom ir às 7:30h!, pois alguns produtos acabam logo.    Na volta, aproveitei a rara estiagem e lavei umas camisetas.

À tarde passeamos um pouco pela cidade, de ônibus, obviamente; tudo enfeitado para o Natal, lotado de turistas (atônitos deslumbrados). Compramos algumas coisas para o mhome e voltamos para o camping.  Ao chegarmos, recebemos convite do Pedro e  Vera para comermos uma pizza e “jogar conversa fora”.

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No dia seguinte, fomos para Canela, idem ônibus, compramos livros e almoçamos no  Restaurante Olimpia (na avenida principal). Desta vez fotografamos o buffet. Tudo saboroso e ótimo atendimento, como sempre.

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Último dia do ano, sempre é bom fazer uma faxina em casa (mhome) para tirar os “maus agouros”, lavar as roupas sujas e entrar no Ano Novo com tudo limpo e em ordem... E Deus também ajudou, mandando um lindo dia de sol e calor para nós.

À tarde saímos a caminhar pelo camping, conversar com os suíços (Ernest e Suzane), com ajuda do alemão (Holger). Imagine-se nós hablando en español y un poco de english e mímica com o Holger, e ele traduzindo em deutsch and english para os suíços. Quem passava e ouvia a conversa, achava bastante estranho...

A noite, reunimo-nos com Pedro/Vera, Eduardo/Nora (uruguaios) e Alberto/Cristina (argentinos), para fazermos uma ceia de Ano Novo “del Mercosur”... Muito bate-papo, churrasco saboroso (feito pelo Eduardo), pão com alho da Vera, saladas e farofas complementando.

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E que 2013 venha repleto de alegrias, viagens, esperanças, projetos, vida nova, saúde, amigos e paz, para todos nós!...

E o calor foi embora de novo: chuva, neblina, frio, 12ºC! Enrolamos durante o dia, muitos vizinhos seguindo para casa, nós optamos por ir no dia seguinte.

Temperatura de 8ºC ao amanhecer, neblina e umidade (típicas de Gramado), saímos do camping e fomos à Canela, com a maioria dos restaurantes fechados, compramos um lanche na Padaria Gisele, para comer durante a viagem; visitamos algumas lojinhas de malhas e artesanatos.

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Às 13h saímos de Canela, paramos para lanchar em São Francisco de Paula, e daí em diante, o trânsito cada vez maior. Na Rota do Sol (Tainhas - Terra de Areia) eram enormes as filas (subindo e descendo a serra).

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Em Curumim, visitamos os amigos Humberto/Nair, que estavam com alguns familiares. Conversamos muito sobre  nossa viagem ao Chile e a deles para o Nordeste (três meses!), muita praia e calor, estradas boas, bom atendimento, quiçá um de nossos próximos destinos...

Para o jantar, Humberto fez  bifes com queijo e orégano, saborosos, suculentos (esqueci minha dieta) e, para brindar tanta alegria um espumante espanhol, tim-tim!

Novo dia, mais um pouco de bate-papo e antes das 11h seguimos para Osório, visitar alguns primos. Conhecemos a Manuela (neta dos primos), muito linda, os pais são abençoados em tê-la tão saudável. Conversamos, vimos algumas fotos e às 14 h  seguimos para Tramandaí.

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Imaginem nossa surpresa ao chegarmos no Parque Osório e descobrirmos que não mais aceitarão mhomes, trailers ou barracas para acampar, nem mensalistas. Desejam acabar com o camping!!. Não teve conversa ou explicação, nem acordo. Algum problema ocorrido provocou esta radical decisão.

Seguimos no sentido da cidade (Tramandaí), e vimos o camping Lagoa e Mar (RS 030). Decidimos perguntar valores e condições para ficarmos alguns dias, R$ 16,00/dia/pessoa. Os banheiros são limpos, a grama aparada e cuidada, tudo organizado. Optamos por ficar.

Estacionamos, lanchamos e saímos a caminhar pelo camping: algumas casinhas com trailer, muito bonitinhas, mhomes, barracas, um lindo acesso à lagoa, camping quase cheio mas tranquilo.

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Novo dia, fomos passear no centro de Tramandaí, ônibus urbano (Parque Histórico - Centro), R$ 2,35 a passagem, percurso de uns 20 minutos. A cidade está repleta de turistas, supermercado com filas longas  e demoradas, as feiras de verão abrem somente após às 16h.

Almoçamos no restaurante Pouso Novo (Av. Emancipação, no centro), por kg e livre, variedade de saladas, carnes, comidas quentes e sobremesa incluída. Muito saboroso, bem movimentado.

Voltamos para o camping para descansarmos, atualizar o blog, ler os livros. Ficaremos por aqui, até “segundo plano”. Que os dias sejam de sol e calor, que tudo continue tranquilo, perfeito e abençoado como está.

Até breve!

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segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Feliz Natal !

 

Olá!

Este Natal passaremos em casa.  Mas já estamos de mhome quase pronto para daqui a poucos dias pegar a estrada novamente.

Até Breve!

San & Dan

cartao natal san e dan

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

A história do Motor Home em imagens

 "Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distancia e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogancia que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver.” (AMYR KLINK – consagrado navegador, mestre em planejamento)

Desde os mais remotos tempos, mesmo antes de caminhar sobre as pernas, a natureza foi nossa mestra, e a sobrevivência dependeu de nosso deslocamento, na busca de segurança, alimento e abrigo.

O mais antigo viajante conhecido é a Lucy, cujo esqueleto está preservado como o mais antigo humano. Havia aprendido a caminhar na posição ereta e tinha cerca de vinte anos quando faleceu. Viajava continuamente, onde hoje é a Etiópia, há mais de um milhão de anos, e jamais pernoitava na mesma árvore.

Assim posto, justificamos este artigo, apresentando os primeiros e curiosos motorhomes, desde a predecessora barraca e a evolução até a sofisticação atual. Obviamente as fotos muito antigas deixam a desejar pela qualidade, mas certamente suas imagens fornecerão uma prazerosa viagem no tempo passado.

pg 008Os registros de imagens só foram possíveis após 1826, com a invenção da fotografia.O Forest Service (USA) divulgou esta, como a mais antiga foto conhecida de acampamento. Observe-se o fogão à lenha, os compartimentos do “Hipo Home” e os demais utensílios…

 

pg 022Após 1910, os campings difundiram-se, embora rústicos, apresentando-se como locais de confraternização. Este, em 1920, com os integrantes (e o cachorro) em pose fotográfica e vestimentas características. (American Automobile Manufacturers Association)

 

pg 026Encontro em dezembro de 1922, no DeSoto Park (Florida, USA), com imensa cozinha central. Observe-se que só homens participavam deste apetitoso trabalho. (Florida State Archives)

 

pg 012 Em 1912, o primeiro Motor Home que se tem notícia, montado em chassi Ford T 1912, trazia a mensagem estampada na fronte: “Wanderlust” (ambição de peregrino?). (Caltrans, Califórnia, USA) 

  pg 010 Em 1921, curioso Motor Home (Yosemite National Park), semelhante a um vagão, construido sobre chassi Pierce Arrow 1918 (Buffalo, NY, USA). Como o motor era dianteiro e enorme (9.000cm3 – 6 cilindros), o motorista situava-se atrás dele, quase ao centro do carro...

 

pg 011 O presidente da Pierce Arrow, em 1910, já havia instalado um vaso sanitário em seu landau de viagem. Observe-se a “gaveta” do reservatório de dejetos na parte traseira inferior, sistema semelhante ao atual Porta Potti (A.A.M.A.).

 

pg 016 Este “5ª roda” era tracionado por um White 1914, pertencente a uma congregação religiosa. A parte traseira possuía um altar montado e o púlpito basculante, quando aberto para as prédicas. Os pneus de borracha branca eram opcionais na época. (Extension Magazine)

 

pg 020O pastor da Igreja Protestante Episcopal, da Diocese de Kentucky, utilizava este, sobre chassi McCabe-Powers (1920).               Observe-se o esbelto cardã e as bandas brancas nos pneus. (McCabe-Powers)

 

pg 028Motor Home com quatro camas e cozinha, montado sobre chassi Indiana 1921. Percebe-se a utilização de inovadores e volumosos pneus Firestone e da espantosa polia na roda traseira. Esta servia para acionar implementos mecânicos, através de correia plana, com a roda suspensa. (Firestone Archives)

 

pg 035Em 1923, a White construiu este luxuoso “Camp Car”, modelo Custon-Build. (Volvo/White). Note-se os vidros cortados em tiras, colocados nas partes arredondadas.

 

pg 037  W. K. Kellogg, proprietário da indústria de cereais, utilizou este, projetado pela Bender Body Company (Cleveland, USA), sobre chassi de ônibus White 1923. Possuía rádio, máquina de gelo, aquecedor de água, fritadeira elétrica, ventiladores, lavatório, poltronas reclináveis, intercomunicador para contatar o motorista e outros acessórios extraordinários para a época... O veículo era de utilização particular, dele e família e, em 1928 foi transformado em escritório de vendas. (Kellogg Archives)

 

pg 040 A Tourist Supply Company (Los Angeles, USA), em 1924, vendia uma cozinha completa para instalar no estribo (degrau) do automóvel, ao lado da porta dianteira direita.  Possuía depósito de alimentos, geladeira (ice box),... (A.A.M.A.)

 

pg 042Algumas “invenções” seriam atualmente hilariantes, como esta “cama” de casal, facilmente montada em “3 minutos” e muito leve (15kg).  Um sucesso em 1925.  

 

pg 045O predecessor da “carreta barraca” já era comercializado pelo fabricante: Chenango Equipment MFG, Norwich, NY, USA, em 1925. Possuía duas camas de casal, cozinha, armários, geladeira (ice box), confortável sala de estar,... tudo montado em 30 segundos! (A.A.M.A.)  

pg 049 Este Motor Home com “Slide Out” era instalado no chassi Ford T 1926, fabricado pela Zagelmayer (Bay City, Michigan, USA). Possuia camas, cozinha com fogão à gasolina, armários, iluminação, proteção anti mosquitos,... (A.A.M.A)

 

pg 051  Motor Home Graham Bros (Dodge) 1928, possuia poltronas,  fogão com chaminé e cortinas enroladas na porta e janelas...

 

pg 055 Este francês, de 1930, construido sobre chassi Sauer, teria iniciado a difusãode Motor Homes na Europa. (Bernard E.N.G.S.Z.)

 

pg 060a Um REO 1930 (Lansing, Michigan, USA), simplicidade retangular, sem comunicação com a cabine. Evidente pose fotográfica, com solenes vestimentas. (Detroit Public Library)

  pg 062Grande encontro em Arcádia, Florida, janeiro de 1931. Flagrante diversidade de modelos, formatos, dimensões,.. (Florida State Archives)

 

pg 063 Ford V8 1932, em uso por família americana na Índia (placas USA e Índia), tracionando carreta barraca. Os reservatórios laterais continham gasolina (esquerdo P=petrol) e água (direito W=water). Toda a família vestindo trajes sociais impecáveis, incluindo gravata até no menino.   Os pneus, carecas... (Whittington Collection)

 

pg 073 Dr. Scholl’s, clínica itinerante do “Serviço de Conforto para os Pés”, em trailer.   O automóvel é um Ford V8 1936. (Dr. Scholl’s)

 

pg 080 Motor Home Dodge 1938 (Owosso, Michigan, USA), com cama de casal, cozinha, geladeira (ice box), lavatório, armários,…(Baker Library, Harvard University)

 

pg 076 Na Itália (1940), o minúsculo Fiat Topolino, com barraca sobre a capota e escada frontal.

 

pg 095O sorriso estampado no rosto das jovens comprova que a satisfação da viagem independe da sofisticação do veículo. Carreta barraca artesanal, tracionada por automóvel Nash 1951. (Forest Service)

 

pg 100Jeep pickup 4x4, modelo 1952.  Equipado com camper, guincho elétrico e pneus fora de estrada.

 

pg 104 Pequeno Motorhome Heiser Body Co. (Seattle, USA), montado sobre chassi Jeep 4x4 1960, tendo preservada a cabine avançada. (Heiser Body Co.)

  pg 108 Corvair Chevrolet 1962, motorização boxer traseira (6 cilindros refrigerado a ar). Janelas basculantes, pneus faixa branca. (Chevrolet Archives)

 

pg 141 Imenso Motor Home, montado em robusto caminhão Peterbilt, 1980.   (Truck Historical Society’s, Nevada)

 

Enfim, o mais fantástico Motor Home, não é o grande ou pequeno, novo ou idoso.  É sim o que nos leva aos mais deslumbrantes locais, com liberdade, conforto e aconchego. Com ele descobrimos novos horizontes, conhecemos outras filosofias de vida e aprendemos a melhor usufruir da nossa própria existência.

clip_image002Los Caracoles (Chile), parte da nossa mais maravilhosa viagem (65 dias)

“Então Deus, misericordioso e onipotente, fez a luz, a terra, o céu e o homem, dentre uma infinidade de tantas outras graças divinas. Da luz, nós homens descobrimos o céu e a terra. E da terra, abrimos nossos caminhos e iluminamos nossas vidas com as sagradas cores do firmamento.  Então, devidamente ferramentados, concebemos nossos abrigos casas, inventamos as rodas e suas tantas derivadas.  Daí, em poucos milênios, os mais iluminados souberam atrelar as rodas nas casas, juntar suas amadas rainhas e carregar as tralhas pelos tantos maravilhosos caminhos, compartilhando alegrias com outros pares.  Aproveitemos pois, nossas casas móveis, como uma das graças divinas.”

Darlou D’Arisbo

Ergonomista/Antropometrista

http://felizmotorhome.blogspot.com