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Obrigado e boas viagens ...


sexta-feira, 27 de julho de 2012

Viagem julho/2012 (Final)

Olá! Postamos a parte final de nossa viagem.

Ainda em Piratuba, na sexta-feira, fomos com os “vizinhos” Pedro Augusto e o casal Egorn e Ju, jantar na Pizzaria Casagrande (saída para Capinzal). As pizzas, com massa finíssima, bastante cobertura e muito saborosas, foram eleitas por unanimidade: “a melhor pizza que já comemos”.

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No sábado, aproveitando o frio, Silvana fez uma saborosa feijoada, a qual combinou com nosso arroz, uma delícia de almoço...

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No dia seguinte, decidimos seguir viagem, rumo a Florianópolis. Alguns km adiante de Lages, paramos para almoçar num local chamado Santa Ceia, aquecemos as “sobrinhas” de ontem e almoçamos “fora”...

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O restante da viagem foi tranqüila, mas chegando em Santo Amaro da Imperatriz pegamos congestionamento, que continuou até Florianópolis.  Chegamos à casa do Mauro e Silvana em dia ainda claro, mas com vento muito gelado.

Novo dia, com sol e frio. Após lavar algumas roupas e organizar o mhome, fomos na loja de plásticos SM Plast (www.smplast.com.br), que dispõem de variedade  (lixeiros, potes, bandejas, caixas, etc.). Compramos um estrado e uma fruteira para o mhome.

À tarde fomos à loja Dois Anjos (www.doisanjos.com.br) , que surpreende pela quantidade e variedade de produtos (tecidos para revestimento, cortina, patchwork, tapetes, plásticos, courvin, telas, papel de parede, cola, trilhos para cortina, etc.).  Adquirimos um belo tecido para revestir as almofadas do mhome (impermeável, de estampa pequena), cortina de renda e alguns outros itens.

Como era aniversário do Dan, passamos no mercado e compramos guloseimas para comemorar a data, no jantar, com direito à bolo e vela...

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O dia seguinte amanheceu chovendo forte e ficamos “enrolando”.  Limpamos o mhome, passei roupa, conversamos bastante,...  À tarde fomos ao Shopping Itaguaçu, com várias lojas interessantes, como a Camicado, com muitas utilidades para o lar.

Na quarta decidimos seguir viagem, como choveu muito pela manhã, fomos após o meio-dia.  A rodovia estava tranqüila, mas vimos 3 acidentes leves no trajeto até Barra Velha. Chegando lá, visitamos a Havan, fotografamos de cima da estátua da liberdade (altura de prédio com 7 pavimentos).

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Depois fomos à casa do Luiz e Tina. Receberam-nos muito bem, conversamos sobre as viagens, novidades… Tina serviu um lanche completo e depois fomos ver fotos de nossa “expediccion sur” (Argentina, Chile e Uruguai). No outro dia seguimos para Joinville com sol e calor; procuramos por papel de parede e tapete para o mhome, mas não encontramos opções que agradassem ou não tinham para pronta entrega.

Almoçamos no Supermercado Giassi, compramos umas coisinhas e seguimos para Guaratuba; estacionamos no camping da AVM. Lá outro mhome estava há 30 dias !

Na sexta o Supremo Criador nos brindou com um belíssimo sol, céu azul. Caminhamos na praia, quase vazia. Alguns barcos de pescadores desfilavam ao longe.

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À tarde fomos para a cidade com o mhome (o camping fica longe do centro). Fotografamos, visitamos a igreja, que infelizmente está em más condições (suja, mal cuidada, escura). Voltamos para o camping, arrumamos tudo para sair pela manhã do dia seguinte.

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No sábado, fizemos a travessia de ferryboat (R$ 11,80) e fomos para Morretes, onde saboreamos um barreado no restaurante Terra Nossa (www.morretes.com.br/terranossa) . Estava tudo delicioso, bem servido, atendimento agradável.

A proprietária lembrou de nós: já pernoitamos duas vezes nos arredores do restaurante, e sempre comemos o barreado, que para nós é o melhor de Morretes (o tempero, o cheirinho, tudo é bom).

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Conversando sobre as viagens e a busca por atividades diferentes, ela nos indicou o encontro de automóveis antigos, que estava acontecendo em Antonina (15km). Caminhamos um pouco por Morretes, fotografamos e depois fomos para Antonina.

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A estrada tem vários trechos ruins (desbarrancados, obras, desvios), e como é o único acesso, é sempre movimentado.

Ao chegarmos na praça central, logo vimos os automóveis antigos, e também cinco mhomes estacionados numa rua lateral (fazem parte do GPPS). Fomos conversar um pouco, e conhecemos o simpático casal Jensen e Eliane (Curitiba).

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Depois fomos olhar os carros expostos, alguns belíssimos (Chevrolet 1939, Ford 1947, Tryumph 1951, Cadillac, DKW, Fuscas, e outros).

Após as 16h seguimos para Curitiba, o trajeto muito movimentado, com algumas obras em pontes, gerando muitas filas e lentidão. Às 18h estacionamos no espaço da Só Trailer (Celso).

Estavam lá nossos colegas Pedro Ivo, Douglas e Gerhard, fazendo um “passeio” de final de semana. Conversamos um pouco, tomamos uma boa ducha. Depois fomos convidados a saborear a sopa que Pedro Ivo fez (muito gostosa).

No domingo, como planejamos já há alguns dias, fomos na feira do Largo da Ordem. O ônibus custa apenas R$ 1,00 aos domingos (para incentivar a população a passear com este meio de transporte).

A feira está imensa, várias quadras a mais do que quando estivemos a última vez. As antiguidades (nossa busca) em apenas cinco barracas, o restante com artesanato de todo tipo (patchwork, crochê, tricô, bonecas, madeira, flores, toalhas,..) além de camisetas, pães, biscoitos, couro, brinquedos, etc.

Vimos a Mesquita aberta e fomos visitá-la. É preciso tirar os sapatos para entrar (homens e mulheres), parte das normas muçulmanas. Todo o piso é coberto por espessos tapetes, primorosos, onde ajoelham para as orações.

As mulheres recebem ainda um manto sobre a cabeça antes da porta de entrada, em sinal de respeito às regras da religião. Apesar da comunidade ser grande (cerca de 1.500 famílias) a mesquita é pequena, mas aconchegante, com pinturas muito bonitas.

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Após a visita, continuamos a caminhada pela feirinha. Fomos até o setor dos carros antigos (belíssimos).

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Fomos também na loja Armazém do Artesanato (http://armazemdoartezanato.blogspot.com.br) , que possui uma variedade de peças em MDF, tintas, papéis decorativos, entre outros.

Passava das 12h, procuramos restaurante pelo centro, mas tudo estava fechado. Caminhamos até o Shopping Mueller para almoçarmos no Villa Sabor, comida apetitosa, por kg. Depois voltamos para o mhome, descansamos, e programamos o roteiro para visitarmos outros locais.

No dia seguinte, fomos passear de mhome em Curitiba. O mapa e as indicações ajudam, mas é complicado estacionar (quando consegue-se uma vaga, esta é pequena). A faixas longitudinais pintadas alteram sua largura e, em alguns casos, são mais estreitas que o mhome, dificultando o deslocamento.  Além disso, o número de motoristas afoitos, imprudentes e desrespeitosos parece ter aumentado. 

Após muito rodar (por várias e distantes lojas), conseguimos o papel de parede na empresa Líder (Alameda Cabral). Possuem grande variedade de estampas e opções, com bom estoque para pronta entrega.

Voltamos para o camping, almoçamos, descansamos e depois, fui para o centro (by bus).  Encontrei tecidos e aviamentos para fazer as cortinas do mhome na Safira Armarinhos (ao lado do antigo Paço Municipal). Possuem tantas opções de tecidos e linhas que não se pode ir com pressa.

Na terça, optamos por seguir viagem, mas antes, fizemos uma visita para a Phoenix Studio (www.phoenixstudio.com.br), empresa especializada em automóveis antigos, cromagens e importação.

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Visitamos a exposição de carros prontos e a oficina, onde demonstram qualidade e dedicação no restauro de veículos antigos.

As 10:30h saímos, pela BR476, e ficamos muito tempo num congestionamento. Mais tarde soubemos que houve um grave acidente num dos acessos.

Seguimos para Lapa, fizemos almoço no mhome estacionados perto da Casa de Câmara e Cadeia. Depois fomos passear pelos atrativos históricos da cidade: museu de armas, museu histórico (usa-se pantufas para percorrer os espaços), a igreja, o casario antigo.

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Fizemos um lanche na Padaria Zeni (www.padariazeni.com.br), salgados e doces saborosos, capuccino quentinho, bastante movimentada.

E para fechar nosso passeio por Lapa, fomos conversar com o grande amigo Sergio Leoni (ex prefeito e colecionador de carros antigos). Ele restaurou a casa de sua família, ficou belíssima, com pinturas delicadas nas paredes, móveis antigos bem escolhidos.  Conversamos bastante sobre a restauração, sobre os carros antigos, viagens, atividades da cidade.  À noite, estacionamos no pátio da Defesa Civil, onde pernoitamos. 

Na quarta, seguimos viagem, com garoa forte quase todo o dia, neblina em todo o trajeto. Vimos 03 caminhões acidentados, um deles “perdeu” o pesado container que levava. Por sorte, não acertou algum carro, indo “plantar-se” no barranco oposto.

No posto Palmeiras (próximo a Laranjeiras) vimos uma cena inusitada: uma caminhonete Hilux, com apenas 1.000 km, caiu na rampa de abastecimento. Foi preciso o trabalho minucioso e demorado de dois guinchos para conseguir retirá-la.! Após fazermos um lanche, continuamos a viagem. Apesar das condições adversas de muita neblina, chegamos as 18h em casa.

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Vamos então ao nosso fechamento: foram 22 dias de viagem, percorremos 2.060km. Tivemos uma despesa de R$ 129,00 por dia, cujo valor mais elevado que em outras viagens, justificou-se pela aquisição de itens não comuns, tais como papel de parede, tecidos para revestimento dos bancos, cortinas, manutenção no Iveco, entre outros.

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Agradecemos a todos os que nos receberam ou atenderam bem; em especial aos colegas Mauro e Silvana, que conviveram conosco por 10 dias, e sempre demonstraram o mesmo admirável carinho e dedicação.

Nossa gratidão também  aos colegas e amigos Danilo e Anastácia, Valdecir Spricigo, José e Lia, Luiz e Tina, Celso e família, Sergio Leoni; desejando que possamos de algum modo retribuir a acolhida que  sempre nos oferecem.

Ao Supremo Criador, que esteve conosco em todos os dias e em especial no último, em que a neblina não permitia visibilidade de 100m em quase todo o percurso.

Agora permaneceremos em casa por tempo suficiente para realizar muitas melhorias para fazer no mhome: revestimentos de parede, almofadados, cortinados,….

Em breve faremos uma nova viagem, e esperamos que vocês nos acompanhem, enviando comentários, críticas ou sugestões. 

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sábado, 14 de julho de 2012

Viagem julho/2012 (parte 01)

Olá!

Após alguns dias em casa para colocar as “pendências” em ordem, estamos na estrada novamente. Neste período de frio na região Sul o ideal seria viajar para o Norte, onde há mais calor e possibilidade de aproveitar  alguma praia.  Mas como não temos tanto tempo disponível, fomos nós para o Sul novamente.

Saímos de Toledo após o meio-dia, e pernoitamos pouco antes de Realeza, no Posto Stop. Lá abastecemos com bom preço, gostosos pães de queijo, internet wi-fi e nos cederam energia.

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No dia seguinte, rodamos até Francisco Beltrão, fomos na Mecânica Avenida, onde o Sr. Isaias nos recebeu muito bem e já disponibilizou um funcionário para nos atender: verificamos os freios do Iveco (não foi preciso trocar), a barra establizadora (apenas ajustada) e trocamos os filtros do ar e do lubrificante. Um serviço eficiente, competente, com custo razoável e competitivo.

Antes das 12h estávamos prontos para seguir viagem. Almoçamos no supermercado Italo, compramos frutas e seguimos viagem. Sol quente e algumas nuvens no horizonte,  a chuva estava aproximando.  Chegamos à Xanxerê no final da tarde, visitamos os colegas Zé e Lia (do G7), conversamos um pouco  fomos procurar local para pernoitar.

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Novo dia e seguimos até Concórdia, visitar o “vô Angelo” (colecionador de máquinas de costurar www.angelospricigo.com.br), levamos 03 peças em doação para ele (não eram importantes para nossa pesquisa (http://museumaquinascosturar.blogspot.com) , mas de grande valia para o objetivo dele). Conversamos com o Valdecir, que está ajudando a registrar as máquinas: já quase 800 unidades!   E a chuva chegou forte e constante.

A tarde, visitamos o Sr. Hernilo, outro colecionador de peças antigas. Possui um acervo bem variado (ferramentas, rádios, louças, móveis, documentos), além de uma bela coleção de acordeões (ou sanfonas).

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Já à noitinha, fomos na casa dos colegas Danilo e Anastácia; estacionamos, conversamos com um bom vinho (produzido por eles),  e mais tarde, um jantar de comida italiana (de tudo um pouquinho): codorna, tortéi, macarrão, polenta, queijo, radicchi cotti, chester e bastante salada.  Delicioso, regado a bom vinho e bate-papo. 

Frio, neblina, garoa fina. Mas dormimos bem.  Pensamos em seguir viagem pela manhã, mas Danilo só nos deixou sair após o almoço: um saboroso frango assado recheado, saladas, e o seu bom vinho.

Após as 14h seguimos viagem. Paramos no posto Shell (antigo Mime), logo após Concórdia. Abastecemos, tomamos café e seguimos até Piratuba. Haviam 06 mhomes. Estacionamos na parte de baixo, para usufruirmos as bençãos do astro rei. Arrumamos algumas coisas no mhome e fomos tomar um bom banho de banheira das Termas.  Fizemos amizade com um casal de franceses, passeando pelo mundo há vários anos em um imenso MHome.

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No outro dia, levamos as roupas para a lavadeira, olhamos algumas vitrines, caminhamos.  Uma galeria foi inaugurada, com novas lojinhas, basicamente vendendo os mesmos produtos.  O atendimento em geral melhorou bastante, pois que em outras vezes péssimo em várias lojas, agora cumprimentam, conversam, explicam e não “forçam” o cliente para comprar.

Na segunda-feira, Mauro e Silvana chegaram, arrumamos os mhomes, juntamos os toldos, formando uma grande e gelada “sala de estar”.  Continuamos a realizar as ações de Piratuba: caminhar, comprar camisetas (blusas, pijamas, toalhas...)  fazer comidinhas gostosas, tomar banho (de piscina ou banheira).

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Na sexta, fizemos um saboroso  almoço em conjunto: com risoto de funghi, carne assada na panela, e uma colorida salada.  Como estava muito frio, almoçamos no mhome deles.

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Ficaremos por aqui mais uns dias, depois decidiremos para onde seguir.

Até a próxima postagem!

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sexta-feira, 1 de junho de 2012

Viagem Argentina, Chile, Uruguai e Brasil (Final)

Olá!!  Postamos agora a parte final de nossa viagem.

Nos dias 61º e 62º ficamos em Gramado-RS, com garoa, frio e bastante umidade (o trivial da região). Passeamos na cidade, vimos vitrines, fomos na Feira do Produtor (que agora funciona apenas quartas, sextas, sábados e domingos), onde compramos deliciosas guloseimas.

Fomos ainda ver as novidades na Pró-Lar, alguns tapetes e passadeiras interessantes, panelas-forno da Tramontina, ferramentas e várias outras “coisinhas” para casa móvel ou fixa.

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No sábado pela manhã (63º dia), recebemos a roupa lavada da lavanderia Siri (perfeito, como sempre) e, em seguida seguimos viagem. Deixamos para aproveitar Gramado e Canela na próxima vez, com mais tempo.

Almoçamos em Nova Petrópolis, no Restaurante Plátano (Galeria do Imigrante); continua saboroso, mas estava muito movimentado (havia Feira de Malhas na cidade).

Seguimos pela serra, até chegarmos em Caxias do Sul, com o trânsito complicado, pois havia romaria de Nossa Senhora de Caravaggio e milhares de romeiros caminhavam até o santuário (cerca de 20km), com uma das pistas da rodovia bloqueada e muitos acessos fechados.  Novamente saímos no dia e na hora certos, pois um pouco antes ou depois haveria muito mais trânsito e, no domingo, seria a grande festa, não conseguiríamos passar tranquilos por Caxias…

Seguimos pela BR 386, com pouco movimento. Paramos no Parque das Tuias (pouco antes de Soledade) e perguntamos sobre a possibilidade de estacionar: R$ 30,00, com direito à energia elétrica. Comparamos com os valores do hotel do parque: R$ 70,00 para casal, com café da manhã!!. É um absurdo que, usando nossas instalações (casa, roupa de cama, comida, banheiro, toalhas, etc,..), pagaríamos o equivalente ao apartamento, com ar condicionado, troca de toalhas e lençóis, ducha, café da manhã, serviço, estacionamento,… Seguimos para Soledade, onde pernoitamos, ao lado de um quartel de bombeiros.

No 64º dia (domingo), saímos cedo e fomos tomar café da manhã estacionados no posto Cotrisoja (20km adiante de Soledade), onde aproveitamos para abastecer: Petrobrás, R$ 1,949/litro, com bom atendimento.

No trajeto, a rodovia estava livre, chegamos tranquilos a Frederico Westphalen, para almoçarmos no Restaurante Fornalha (comida caseira, com carnes assadas, por kg, bom atendimento).

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As 12:45h seguimos viagem, com o movimento aumentando, alguns trechos com 10 carretas na nossa frente e mais algumas atrás.  Não há o que fazer, só seguir o “comboio”, tal um inconteste e obediente vagão de trem.

Chegamos em Dionísio Cerqueira-SC às 16:30h, e fomos fazer uma “visitinha” na Argentina, para adquirir alguns produtos exclusivos: detergente concentrado, palmito equatoriano, champanhe Concha y Toro,…).

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Fomos na padaria Delicias do Trigo, comprarmos pães de queijo (saborosos), local onde, exatas nove semanas antes, também num domingo e acompanhados dos colegas, iniciávamos a presente jornada.

No 65º dia, após pernoitar ao lado do quartel do corpo de bombeiros, seguimos viagem cedo. Fizemos um pequeno desvio para abastecermos no Posto Stop, próximo à Realeza e, ao chegarmos, o frentista deu as boas vindas, e disse: “lembro de vocês, passaram por aqui há uns 60 dias”… Isto também faz parte do bom atendimento daquele posto.

Valeu a pena o desvio: R$ 1,909/litro; bom atendimento, internet wifi funcionando, e ainda ganhamos pães de queijo de brinde (saborosos, grandes e quentinhos).

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Aí chegamos no trecho de viagem que é sempre ruim: a rodovia BR 163, no trecho de 80km até Cascavel.  Buracos, depressões, remendos mal feitos, muito trânsito (automóveis e carretas), muitos “barbeiros” e afoitos (cortando a frente, ultrapassando sem segurança, …)

Em Cascavel, fomos no hipermercado Irani, almoçar e comprar frios e congelados. Depois seguimos para Toledo, chegando em casa as 15h; onde tivemos uma ótima e surpreendente recepção: meus pais nos aguardavam, mesmo sem qualquer aviso; aquela “intuição materna”, de que a filha estava chegando…  Mais uma clara manifestação da presença divina, dentre incontáveis venturosas orientações… 

Vamos então à nossa sinopse, que desta vez será mais extensa:

Foram 65 dias de viagem, com 9.174 km rodados; 11 dias no Brasil  (2.079 km);  27 dias na Argentina  (4.389 km);  17 dias no Chile  (2.009 km)  e  10 dias no Uruguai  (697 km).

Copiamos os mapas, traçados no GPS Garmin durante a viagem, e colocamos em forma de fotos (para ampliar, clicar 2 vezes na figura):

01 Toledo-Paso Libres  02 Paso Libres-La dormida

03 La dormida-Los andes  caracoles

04 Los andes-curico  05 curico-villarica

06 Villarica- La angostura  07 la angostura-parque luro

08 Pq luro-Buenos Aires  09 Colonia - Barra Quarai

10 Barra Quarai - Gramado  Gramado-Too

Quanto às despesas, consideramos tudo, desde a saída de casa até o retorno (combustível, pedágios, alimentação, restaurantes, camping, sorvetes, lavanderia, manutenção, presentes, passeios, táxi, etc.) e  foram  R$ 147,00 por dia  ou  R$ 1,05 por km rodado. Não utilizamos o cartão de crédito (nem débito) fora do país, para evitar as taxas referentes.

Também não fizemos o roaming internacional nos celulares (complicado, caro, difícil), o que consideramos uma contínua e tensa dependência. Assim, desligamos os aparelhos quando saímos do Brasil e só ligamos no retorno (56º dia).  Mantivemos a comunicação com parentes e amigos via internet (e-mail) e, eventualmente, utilizamos os “locutórios” (muito baratos).

Alguns itens (materiais) foram muito importantes para o êxito na viagem: a mudança do compressor da geladeira (Danfoss, realizado pela Refrináutica), funcionando muito bem em qualquer voltagem (12V, 24V, 110V ou 220V);  a placa solar (Kyocera KD-135), que carregou as baterias satisfatóriamente; as lâmpadas de led 12V  e as emergenciais luminárias com pilhas.  Foram também essenciais; a panela-forno Tramontina Lyon (onde fizemos pizza, carne assada, molhos,.. realmente vale seu alto preço); o fogão portátil com gás embutido (prático, leve).

A placa solar, combinada com a geladeira e as lâmpadas led, permitiram uma maior liberdade, permitindo estacionar em qualquer lugar, com autonomia e independência. Por exemplo, em Buenos Aires, ficamos no estacionamento ao lado do Buquebus, estrategicamente localizados (próximo do centro), sem necessidade de energia externa: pois a placa solar carregava as baterias durante o dia.

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Obviamente, nas noites sem fonte de energia externa, não utilizamos TV/DVD, aquecedor elétrico de ambiente, microondas, panela elétrica ou qualquer outro equipamento de alto consumo, em decorrência lógica de manutenção da carga das baterias.

Também foram importantes algumas características inerentes: nosso empenho na busca por informações, sejam elas em forma de mapas, guias, questionamentos aos residentes, internet, revistas, etc.;  a pesquisa prévia de cidades, roteiros, custos, distâncias,.. obtidos principalmente com colegas (que já realizaram este percurso) ou via internet.

Consideramos também indispensáveis os conhecimentos sobre mecânica, pequenos consertos, funcionamento de todos os sistemas e equipamentos do habitáculo e do veículo.   A manutenção preventiva, obviamente subsidiou o êxito de jornada, sem qualquer ocorrência.

Enfatizamos ainda que é  primordial é desvincular-se do seu dia-a-dia, ou seja, ao viajar você não é professor, médico, alfaiate, advogado,  ou qualquer que seja sua formação e profissão. Ao viajar, você é um legítimo e total viajante, um turista, que NECESSITA estar  apto a receber estes novos conhecimentos, não importando a forma escolhida para viajar: de mhome, ônibus, avião, de carro ou a pé,..  Mergulha-se no universo distinto e agradável, que alimenta nosso conhecimento e nutre nossa alma.

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Com certeza voltaremos para a Argentina, para rever alguns lugares maravilhosos e conhecer outros. No país existem lugares fantásticos, sejam naturais ou culturais para serem conhecidos (Glaciares, Litoral, Deserto).  Quanto aos Gendarmes da famosa (pela corrupção) região de Missiones e  Entre Rios (faixa que faz divisa com Brasil e Uruguai), tivemos sorte, pois não exigiram suborno, apenas nos pararam frequentemente (cada 70 a 100km), para conferir documentação. Dica: sempre apresentem cópias ou segundas vias.

Seguramente voltaremos ao Chile, quiçá em outra época do ano, para ver a cordilheira coberta de neve, aproveitar os campings do país (que estavam fechados por término da temporada). Dica: não levem  produtos frescos, de origem animal ou vegetal (queijos, lácteos, salame, carnes, legumes, frutas, vegetais, feijão ou pipoca em grão, sementes de qualquer tipo, etc), nem escondidos; eles fazem uma revista rigorosa no mhome, entram com cães de faro perscrutador e denunciante,  e os Carabineiros são incorruptíveis e intimidadores.

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Queremos agradecer:

- Aos colegas Leda e Neivo (Florianópolis), que forneceram muitas e valiosas informações para a realização desta viagem; pela amizade conquistada, pelo companheirismo e alegria constantes. Mesmo ao longe, nos deram auxílio positivo;

- Aos companheiros de G7 Egon e Ilze, sempre prestimosos e contentes, que compartilharam 17 dias desta fantástica viagem;

- À ilustre e laboriosa comunidade dos Bombeiros, seja do Brasil,  Argentina ou Chile; que sempre nos auxiliaram, indicando lugares seguros ou até nos acolhendo em suas instalações;

- Aos Carabineiros do Chile que nos guiaram tantas vezes. Sua educação e caráter devem servir de exemplo para todos outros policiais do mundo;

- Ao Sr. Mario e Sr. Francisco (e respectivas esposas), de Miramar - Mar del Plata, pelo agradável convite. Não conseguimos visitá-los desta vez, mas na próxima teremos o prazer de estar dom vocês;

- À Sra. Maria Hermosilla (Cabañas Panorama, Entre Lagos – Chile), pela receptividade, alegria, gentileza e dedicação;

- Ao Sr. José Bosdari e família (Mendoza), pela visita e agradável bate-papo que tivemos, desejando que em breve possamos nos encontrar e partilhar de bons momentos;

- Ao Sr. Edson e Ilse (Curitiba), que encontramos em Villarrica; e Sr. Henrique e Maria Isabel (Curitiba), em Guaviyu; muito obrigados pela energia, incentivo, troca de informações;

-  Aos colegas Graça e Renato (Florianópolis); Vanda e Paulo (Porto Alegre); Sandra e Marco (Florianópolis); Luiza e Luiz Tostes (Brasília); Denise e José (Pomerode); suas dicas, informações, endereços, foram muito importantes e úteis; agradecemos muito e, assim que possível, queremos partilhar as experiências com vocês;

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- Ao Sr. Miguel (Camping El Molino, Puerto Octay-Chile);  Sr. Leandro (Camping Petunia, San Carlos de Bariloche-Argentina); Sr. Fabian (Camping Unquehue, Villa Angostura-Argentina); Sr. Pablo (Club Nautico General Roca-Argentina); Sr. Emilio Arenas (Granja Arenas, Colonia del Sacramento-Uruguay); agradecemos pela receptividade, pelos bons lugares que nos ofereceram, pela gentileza e bom serviço prestado;

- À Sra. Carmem (Iate Clube Guaíba), agradecemos pela acolhida, confiança, dedicação. Sabemos da dificuldade em estacionar um mhome, mesmo pequeno como o nosso, em Porto Alegre-RS, esperamos sempre poder contar com esta concessão especial;

- Ao Sr. Renato e filhos (Camping Gramado) e Sra. Zélia (Pousada Nossa Casa), agradecemos pela ótima recepção, cordialidade, dedicação aos clientes (que acabam tornando-se amigos);

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- A Deus, que sempre esteve conosco nesta viagem, conduzindo-nos pelos melhores caminhos, apresentou pessoas agradáveis e roteiros maravilhosos. Nesta viagem, ainda mais presente, Ele nos orientou constantemente, nos roteiros, geográfica e temporalmente.

Infelizmente, encerramos por aqui mais esta viagem;  muito satisfeitos, felizes e inspirados para novas “empreitadas”  longas e belas como esta.

Abraços, até a próxima…

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